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terça-feira, 18 de agosto de 2015
Esposa de jornalista detido aguarda a sua libertação a qualquer momento
“”(…) Após interrogar na semana passada,Nito Alves, Luaty Beirão e Domingos da Cruz, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) ouvir hoje mais três activistas do autodenominado Movimento Revolucionário de Angola detidos a 20 de Junho e acusados pela procuradoria-geral da República de planear um golpe de Estado. Arante Kivuvu Sedrick de Carvalho e Albano Evaristo Bingo Bingo, foram os interrogados.
Neusa de Carvalho, esposa do jornalista Sedrick de Carvalho, diz-se expectante com o desfecho do caso.
“Esperamos que depois deste interrogatório, possam decidir de uma vez por todas até porque sabem mesmo que são inocentes” disse.
Ainda, segundo Neusa de Carvalho, que esteve presente no encontro entre mães e parentes dos activistas e o vice-procurador-geral da República, General Hélder Pita Grós, diz que lhes foi garantida na altura, uma resposta imediata para a soltura dos seus parentes.
Ela afirma, no entanto, que vão regressar à procuradoria-geral da República caso não houver qualquer resposta até amanhã.
De recordar que o activista Luaty Beirão está impedido de receber visitas até 10 de Setembro, depois de ter exigido banhos de sol e o levantamento das restrições às visitas.
“” – FONTE : VOA
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Familiaresl pedem a libertação de activistas,
Violação dos Direitos Humanos em Angola
sábado, 8 de agosto de 2015
Detido correspondente da VOA em Luanda
“”(… ) O correspondente da VOA em Luanda Coque Mukuta foi detido esta sábado, 8, pela Polícia Nacional enquanto fazia a cobertura da marcha organização pelas mães dos activistas detidos a 20 de Junho acusados de planearem um golpe de Estado em Angola.
Por volta das 13:40, minutos antes do início da marcha, mas solto meia hora mais tarde.
Pouco tempo depois, ele foi outra vez detido pela polícia, que lhe retirou a câmara fotográfica.
A partir de então, ele foi mantido no carro da polícia durante três horas até ser deixado num local bem distante da manifestação, que, entretanto, foi reprimida pelas autoridades.
A marcha protagonizada por cerca de 40 pessoas começou por volta das 14 horas, mas foi reprimida pela política que "usou de alguma agressividade contra as mães", segundo disseram à VOA testemunhas oculares.
Recorde-se que as mães e parentes dos 15 jovens detidos organizaram o que chamaram de "marca de repúdio" para pedir a libertação dos jovens que integram o autodenominado Movimento Revolucionário.
O Governo da Província de Luanda emitiu um comunicado na quarta-feira a dizer que a marcha não podia acontecer por por violar a lei que impede que protestos sejam realizados a menos de 100 metros de prédios que albergam órgãos de soberania como a Procuradoria Geral da República.
Entretanto, os organizadores encontraram-se com o comandante geral da Polícia Nacional Ambrósio de Lemos, na quinta-feira, e o vice-procurador geral da República Hélder Pita Grós, na sexta-feira, tendo aqueles responsáveis pedido que a marcha fosse suspensa porque iriam fazer tudopara que houvesse um desfecho do caso dentro de uma semana
As mães e parentes decidiram manter a marcha, como disse à VOA na sexta-feira, 7, Adália Chivonde, mãe do activista Nito Alves.
Ontem, Hélder Pita Grós disse a jornalistas que o processo está em fase final de investigação, a concluir dentro de "poucos dias".
"Nós deveremos ter o processo concluso dentro de poucos dias, isso sim posso garantir porque é o nosso trabalho. Agora a fase seguinte, só depois disso é que saberemos, se o processo vai para o tribunal, se há matéria de acusação", concluiu o vice-procurador geral da República. “” – FONTE : VOA
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Carlos Lopes Angola,
Detido correspondente da VOA em Luanda na manifestação das Mães dos jovens presos
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Mães de activistas angolanos mantêm marcha para este sábado
As mães e familiares dos activistas angolanos detidos a 20 de Junho
mantêm a marcha prevista para amanhã, 8, apesar de o Governo da
província de Luanda ter dito que o protesto não deve realizar-se,
abrindo assim caminho à intervenção da polícia.
Adália Chivonde, mãe do activista Nito Alves, um dos detidos, garantiu à VOA que se “até às 10 horas de amanhã os nossos filhos não forem soltos, vamos avançar com a marcha”.
Chivonde e outros promotores da marcha encontraram-se ontem com o Comandante Geral da Polícia Nacional Ambrósio de Lemos e hoje com o segundo vice-procurador-geral da República.
Nos encontros, aqueles dois responsáveis pediram que a marcha fosse adiada num prazo de uma semana, período em que eles iriam tentar a libertação dos activistas.
As mães não aceitaram a proposta e reiteraram que sairão às ruas de Luanda amanhã se até lá os activistas não forem soltos.
António Kisanda, membro do Conselho Nacional dos Activistas de Angola, presente nos encontros, reiterou a posição dos promotores da marcha e disse que o próprio Comandante Geral da Polícia Nacional assegurou que irá fazer contactos para que os jovens sejam libertados.
Recorde-se que o chamado “grupo dos 15 mais um” foi detido a 20 de Junho acusado de preparar um Golpe de Estado por via da desobediência civil.
O prazo para a prisão preventiva terminou na passada quarta-feira, 5, mas até agora não houve qualquer pronunciamento do Ministério Público. "" - FONTE : VOA
Adália Chivonde, mãe do activista Nito Alves, um dos detidos, garantiu à VOA que se “até às 10 horas de amanhã os nossos filhos não forem soltos, vamos avançar com a marcha”.
Chivonde e outros promotores da marcha encontraram-se ontem com o Comandante Geral da Polícia Nacional Ambrósio de Lemos e hoje com o segundo vice-procurador-geral da República.
Nos encontros, aqueles dois responsáveis pediram que a marcha fosse adiada num prazo de uma semana, período em que eles iriam tentar a libertação dos activistas.
As mães não aceitaram a proposta e reiteraram que sairão às ruas de Luanda amanhã se até lá os activistas não forem soltos.
António Kisanda, membro do Conselho Nacional dos Activistas de Angola, presente nos encontros, reiterou a posição dos promotores da marcha e disse que o próprio Comandante Geral da Polícia Nacional assegurou que irá fazer contactos para que os jovens sejam libertados.
Recorde-se que o chamado “grupo dos 15 mais um” foi detido a 20 de Junho acusado de preparar um Golpe de Estado por via da desobediência civil.
O prazo para a prisão preventiva terminou na passada quarta-feira, 5, mas até agora não houve qualquer pronunciamento do Ministério Público. "" - FONTE : VOA
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Mães dos 15 jovens activistas angolanos manifestam este sábado
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