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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

PJ faz buscas em casas e escritórios de Ricardo Salgado



“”(…)  SIC Notícias adianta que o juiz Carlos Alexandre está neste momento na sede do Novo Banco (antiga sede do BES). 

Decorre esta manhã uma megaoperação da Polícia Judicária que, segundo a SIC Notícias, tem no terreno 200 inspetores que estão a fazer buscas em bancos, na residência e escritórios de Ricardo Salgado e também nas residências de outros ex-administradores do BES.
A operação estende-se também à sede do grupo, em Lisboa, onde estará já o juiz Carlos Alexandre.
O Correio da Manhã avança que, em causa, estarão os atos de gestão do BES ao longo dos últimos anos: há suspeita de crimes de burla, falsificação de contabilidade, branqueamento de capitais, abuso de confiança e fraude fiscal qualificada.

A operação da Unidade de Combate à Corrupção da PJ decorre em articulação com o procurador Rosário Teixeira, do Departamento Central de Investigação e Ação Penal. Terá avançado em consequência da queixa crime que o Banco de Portugal apresentou ao Ministério Público em Setembro.”” - FONTE : DN

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Banco Nacional de Angola entra na administração do BESA



“”(…)  Está oficializada a entrada do Banco Nacional de Angola na administração provisória do Banco Espírito Santo no país. A medida acaba de ser publicada por decreto do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos e faz parte do conjunto de medidas de "saneamento" da instituição, detida maioritariamente pelo BES. Em causa está a nomeação de dois quadros do Banco Nacional de Angola para administrar o BESA. De acordo com o decreto, citado pela agência Lusa, as medidas visam "garantir a protecção dos depositantes e o cumprimento das demais responsabilidades do BESA", assim como assegurar a estabilidade do sistema financeiro angolano. – FONTE : RTP

terça-feira, 2 de setembro de 2014

KPMG Créditos do BES podem ficar por cumprir e o Novo Banco é que paga



“”(…)  O Novo Banco corre o risco de perder dinheiro com os clientes do BES. Na sua edição impressa desta terça-feira, o Jornal de Negócios explica que existe o risco de os clientes que contraíram contratos de financiamento com o agora banco mau poderem prejudicar o banco bom.

Isto porque, explica a publicação, se estes clientes, que investiram em títulos de dívida do Grupo Espírito Santo, não honrarem os seus compromissos, então o prejuízo será para o Novo Banco uma vez que os contratos em causa foram transferidos para o banco bom.
A KPMG, no relatório relativo às contas do BES explica que “existe o risco de virem a ocorrer contingências para o BES cujo montante, a esta data, não é possível quantificar”.

Recorde-se que ontem a auditora confirmou que não valida o relatório de contas semestrais do BES porque não são ainda conhecidas as bases para a transferência de ativos para o Novo Banco, mas também porque a situação do BES Angola é instável e ainda porque a KPMG não recebeu, como pretendido, o documento que responsabiliza a administração pela informação financeira prestada.”” – FONTE : NOTÍCIAS  AO  MINUTO

sábado, 30 de agosto de 2014

Pedro Filipe Soares Maioria não pode ser "força de bloqueio" em inquérito ao BES



“”(…)  A comissão de inquérito, com as atuais regras, "fica refém dos interesses da maioria", apesar de servir para "ter acesso a informação a que, de outra forma, não se teria acesso", disse.

Mas, acrescentou, "muitas vezes", na comissão de inquérito, "o que fica aquém é o resultado, o apontar o dedo aos verdadeiros responsáveis e, aí, a maioria não pode ser uma força de bloqueio".
No que respeita ao BES, o Bloco de Esquerda (BE) vai lutar "contra essa força de bloqueio, caso ela exista", frisou o líder parlamentar, sublinhando o receio de que a maioria PSD/CDS-PP o tente fazer.
"Politicamente, tememos que possa servir como força de bloqueio para assacarmos das responsabilidades públicas do Governo e que possa até atirar responsabilidades que são do Governo para cima do regulador", ou seja, do Banco de Portugal (BdP), frisou.

Pedro Filipe Soares falava à agência Lusa após intervir na sessão "BES: Autópsia a um saque", no âmbito do Fórum Socialismo 2014, que o BE está a realizar em Évora.
Segundo o líder parlamentar do Bloco, o BES foi alvo de "gestão danosa" pela família que o detinha e "objeto de um saque", mas a "parte da autópsia" que "não ficou concluída" é a que se segue.
"Teremos uma comissão de inquérito. Teremos de perceber também quais foram as responsabilidades dos intervenientes públicos", referiu, argumentando que o BdP "não está isento de responsabilidades" neste processo.

Ricardo Salgado, defendeu o bloquista, "há muito tempo que deveria ter sido retirado de administrador do BES" e, se tal tivesse acontecido, a solução de criar o Novo Banco não teria sequer sido colocada em cima da mesa, porque o que teria havido seria "um aumento de capital".
"Quem foi passivo agora tem também de responder por essa passividade", sustentou, afiançando, contudo, que as responsabilidades do Governo também devem ser apuradas.
"Do lado do Governo, percebe-se agora, cada vez mais, que a Caixa Geral de Depósitos, por exemplo, poderá estar exposta em 1.300 milhões de euros, caso corra alguma coisa mal com a alienação do Novo Banco", realçou.

Isto demonstra, segundo Pedro Filipe Soares, que o próprio Governo não protegeu o dinheiro dos contribuintes, pelo que não cumpriu com a sua obrigação.
"O Governo tinha prometido que nem um cêntimo dos contribuintes ficaria em risco. O que vemos agora é que não são cêntimos, são centenas de milhões que poderão estar em causa com esta solução. Veremos quais as cenas dos próximos capítulos", afirmou o líder parlamentar do BE.”” – FONTE: NOTÍCIAS AOMINUTO

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Documento KPMG recusa certificar contas do BES antes de 'culpas' assumidas



“”(…)  Com o prazo para aprovação do relatório a findar – termina no dia 31 de agosto – o documento final de gestão foi enviado, na passada semana, aos antigos administradores do BES, que, todavia, ainda não o assinaram.
Por este motivo, a auditora do banco, a KPMG, que certifica as contas e está encarregue de as fechar, não se responsabiliza pela veracidade da informação prestada ao mercado, o que poderá fazer com que o relatório de gestão nunca veja a luz do dia, segundo adiantam fontes ligadas ao processo ao Diário Económico.
Em causa está o facto de ninguém querer assumir de forma individual a responsabilidade pela informação divulgada a 30 de julho, sobre a forma como foi feita a contabilização dos prejuízos e sobre a adequação das provisões efetuadas – 4,2 mil milhões de euros para fazer face a eventuais perdas com emissão de dívida a desconto, criação de veículos especiais ou cartas de conforto dadas pelo BES a investidores no GES.
Recorde-se que foi com base nestes dados que o Banco de Portugal decidiu a injeção de capital de 4,9 mil milhões de euros no Novo Banco, entidade bancária que foi depurada dos ativos tóxicos do BES.”” – FONTE: NOTÍCIAS AO MINUTO