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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Banco Valor Pressão do Banco de Angola faz ‘cair’ Álvaro Sobrinho



“”(…)  Segundo está a ser noticiado pelo Jornal de Negócios, Álvaro Sobrinho já apresentou a sua demissão de líder do Banco Valor. O antigo presidente do BES Angola e acionista maioritário do banco que agora abandona terá cedido a pressões do Banco Nacional de Angola.
O regulador angolano terá, segundo se explica, querido o afastamento do gestor por Sobrinho estar implicado nas diligências no âmbito do processo BES e as suas ramificações para Angola, entidade liderada por este entre 2000 e 2012.

Segundo informações recolhidas pelo Negócios, a imprensa angolana, no entanto, refere motivos de ordem pessoal para justificar o afastamento de Sobrinho, numa carta que terá sido enviada ao conselho de administração do Banco Valor há cerca de duas semanas.
Agora os acionistas do banco deverão reunir-se nas próximas semanas para a eleição de um novo presidente.”” – FONTE : NOTÍCIAS  AO MINUTO

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Angola: venda de divisas à banca atinge mínimos de quatro meses



“”(…)  Os dados constam no último relatório do BNA sobre a evolução dos mercados monetário e cambial, a que a Lusa teve hoje acesso, relativo à semana de 1 a 5 de setembro.
Estas vendas foram realizadas a uma taxa de câmbio média de referência do mercado cambial interbancário de 97,754 kwanzas por cada dólar, praticamente inalterada face ao período anterior.

Na última semana de agosto, as vendas atingiram os 457,9 milhões de dólares (353,5 milhões de euros). Em todo o mês de agosto essas vendas do BNA ascenderam a mais de 2 mil  milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros), segundo dados oficiais compilados pela Lusa.
Esta quebra na venda de divisas à banca comercial angolana em setembro coincide com notícias, divulgadas nos últimos dias em Luanda, apontando que o BNA está a preparar regulamentação determinando que as petrolíferas que operam no país vão ser obrigadas a vender os dólares ao banco central e à taxa de câmbio de referência.

A medida pretende impedir um desequilíbrio no sistema cambial nacional, travando estas empresas de venderem moeda estrangeira (dólares) aos bancos comerciais, centralizando a operação no BNA.
Desde maio último que o aumento nas vendas de divisas é justificado pelo BNA com as quebras nas receitas do setor petrolífero e consequências nas restantes operações, como dificuldades dos bancos em satisfazerem pedidos dos clientes para levantamentos em dólares, impondo limitações em alguns casos.
A nova Lei Cambial para o Setor Petrolífero e alterações nas regras de importação de dólares por parte dos bancos são também apontadas como estando na origem das dificuldades.”” – FONTE : DINHEIRO DIGITAL / LUSA

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Vice-governador Relação entre BES e BES Angola clarificada nas próximas semanas



“”(…) Como o BESA está a ser intervencionado pelo banco central angolano desde o início de agosto, com a nomeação de uma administração provisória, o pagamento de todos os créditos está suspenso, de acordo com o artigo 117 da Lei das Instituições Financeiras de Angola (Lei n.º 13/05).
Esta intervenção, com medidas de saneamento daquele banco, controlado em 55,71 por cento pelo BES português, poderá prolongar-se por um prazo de um ano e, como recordou hoje o vice-governador, a solução foi acertada entre os dois países.
"Houve coordenação e tem havido coordenação [com o Banco de Portugal] naquilo que diz respeito às zonas de interceção entre o problema do BES e o problema do BESA, em Angola. Existe um espírito de colaboração e de coordenação e por isso estamos confiantes com o desfecho deste processo", insistiu Ricardo de Abreu.
A "degradação da carteira de créditos" do banco angolano, afetou, segundo o BNA, os seus "níveis de liquidez e de solvabilidade", levando à emissão, pelo Estado angolano, de uma garantia soberana, que entretanto será revogada.
"O Banco Nacional de Angola atuou, na medida daquilo que achava que seria importante para garantir a estabilidade do sistema financeiro. Não vislumbramos qualquer risco sistémico, estamos confiantes que as coisas se irão recuperar", disse ainda Ricardo de Abreu, à margem de uma conferência promovida hoje, em Luanda, por aquela instituição.
Informações tornadas públicas em Portugal e Angola nas últimas semanas apontam para um volume de crédito malparado no BESA que ascende a 5,7 milhões de dólares (4,1 milhões de euros).
O BNA nomeou entretanto dois quadros próprios, António Manuel Ramos da Cruz e João Fernando Quiuma, para a administração provisória do BESA, no âmbito das medidas de "saneamento".
De acordo com o banco central angolano, estas medidas visam "a reposição dos termos de sustentabilidade financeira e operacional do banco".
Não contemplam "para já" a intervenção do Estado no BESA, ou o envolvimento de fundos públicos.”” – FONTE : NOTÍCIAS AO MINUTO

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Caso BESA não afecta arranque da futura bolsa de valores de Angola



“”(…) Informações tornadas públicas em Portugal e Angola nas últimas semanas apontam para um volume de crédito malparado no BESA que ascende a 5,7 milhões de dólares (4,1 milhões de euros).

A banca angolana, disse ainda Pitta-Groz, será precisamente uma das alavancas da componente de cotação de empresas na futura bolsa, mas a admissão dessas cotadas envolverá, nomeadamente, uma avaliação às contas e aos modelos de governação.

"Sem o cumprimento mínimo desses requisitos não serão admitidas à cotação no mercado", garante Pitta-Groz, salientando ser esta uma forma de transmitir alguma segurança aos investidores.

O Banco Nacional de Angola nomeou dois quadros próprios, António Manuel Ramos da Cruz e João Fernando Quiuma, para a administração provisória do BESA, no âmbito das medidas de "saneamento" da instituição que deverão prolongar-se por um período máximo de um ano.

Em conferência de imprensa realizada a 4 de Agosto, em Luanda, o Governador do BNA, José de Lima Massano, anunciou a adopção destas medidas, que visam "a reposição dos termos de sustentabilidade financeira e operacional do banco".

"Não contemplando, para já, a intervenção do Estado nesse banco ou o envolvimento de quaisquer fundos públicos", esclareceu na altura o Governador.

De acordo com José de Lima Massano, na origem desta decisão esteve a "degradação da carteira de créditos" do BESA, o que "afectou os níveis de liquidez e de solvabilidade" daquele banco e levou à emissão, pelo Estado angolano, de uma garantia soberana, que entretanto será revogada.””
FONTE: JORNAL DE NEGÓCIOS

BES - Dois quadros do banco central na administração provisória do BES Angola


“”(…)O Banco Nacional de Angola (BNA) nomeou dois quadros próprios para a administração provisória do Banco Espírito Santo Angola (BESA), no âmbito das medidas de "saneamento" da instituição, detida maioritariamente pelo BES português. A informação foi indicada hoje à agência Lusa por fonte oficial do BNA e confirma a nomeação para o BESA de António Manuel Ramos da Cruz, para administrador provisório coordenador, e de João Fernando Quiuma, como administrador provisório. A intervenção no BESA, indicou à Lusa a mesma fonte, foi decidida em sessão extraordinária do Conselho de Administração do BNA realizada a 31 de julho - quatro dias antes do anúncio público do plano de "saneamento" do BESA -, e resulta da aplicação da Lei das Instituições Financeiras de Angola (Lei n.º 13/05).””
FONTE: CORREIO DA MANHÃ


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Agosto Bancos angolanos compram 1.030 milhões de dólares em divisas




“”(…) De acordo com o último boletim semanal do BNA relativo aos mercados monetário e cambial, no período entre 11 e 15 de agosto, o banco central realizou vendas de divisas no valor de 500 milhões de dólares (373 milhões de euros).
Na semana anterior, os bancos comerciais compraram à instituição divisas no valor de 530 milhões de dólares (396 milhões de euros), o valor mais alto desde o início de junho.
Ainda de acordo com os dados do BNA, as vendas da última semana foram concretizadas à taxa cambial de 97,843 kwanzas por cada dólar, uma subida de 0,19% face à anterior.
Desde maio último que este volume de vendas de divisas é justificado pelo BNA com as quebras nas receitas do setor petrolífero e suas consequências nas restantes operações, nomeadamente face às dificuldades dos bancos em satisfazerem pedidos dos clientes para levantamentos em dólares, em alguns casos com limitações nessas operações.
A nova Lei Cambial para o Setor Petrolífero e alterações nas regras de importação de dólares por parte dos bancos são também apontadas como estando na origem das dificuldades.””