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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Custo de vida aumenta, poder de compra dos angolanos diminui



“”(…)  O Instituto Nacional de Estatísticas registou uma subida de preços entre Abril e Maio de 0,71 por cento, mas nos mercados de Luanda as vendedeiras  falam num aumento subida de mais de 100 por cento do preço da cesta básica das famílias. O economista José Matuta Cuato, ouvido defende um ajuste dos salários, enquanto o sociólogo Aniceto Cunha alerta para possíveis protestos de ruas devido ao aumento do custo de vida.

O balde de tomate que custava em Abril mil kwanzas agora é comprado  no mercado informal por 2.500 kwanzas. O mesmo acontece com o balde de cebola, da batata rena e da batata doce.
Entretanto, o Instituto Nacional de Estatísticas revela que os preços subiram, em média, apenas, 0,78 por cento, ou seja 78 kzs por cada balde comprado.
No terreno, e com uma posição contrária, as vendedeiras em alguns mercados informais em Luanda confirmam a subida astronómica dos preços dos produtos básicos e apontam  como causa o aumento do preço dos combustíveis.

Frente a este quadro, o economista José Matuta Cuato defende o ajuste salarial como solução para repor o poder de compra das famílias angolanas.
Por sua vez, o sociólogo Aniceto Cunha alerta para possíveis protestos de rua devido à subida do preços da cesta básica e a consequente redução do poder de compra dos angolanos porque “isso pode acarretar alguma frustração”.

De recordar que de Setembro a esta parte o Governo angolano aumentou em três ocasiões os preços dos combustíveis, enquanto reduzia os subsídios anteriormente atribuídos por imposição do Fundo Monetário Internacional.”” – FONTE: VOA

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Preços dos produtos disparam em Angola



“”(…)  O aumento dos preços dos combustíveis em Angola anunciados pelo Governo na passada sexta-feira, 26, vai provocar o aumento do custo de vida no país num ano que, como admitiu hoje o Presidente da República na sua mensagem de Ano Novo, será difícil.

A Associação Angolana dos Direitos do Consumidor (AADIC) afirmou que a medida viola os artigos 78º e 89º da Constituição da República de Angola. Segundo a organização de defesa dos consumidores, o número 1 do artigo 78º da CRA diz que o consumidor tem direito à qualidade dos bens e serviços, à informação e esclarecimento, à garantia dos seus produtos e à protecção na relação de consumo.
As consequências colaterais já são anunciadas. Os taxistas, por exemplo, dizem que vão aumentar os preços das viagens.

Por sua vez, o economista Carlos Rosado prevê ainda mais a subida dos preços  dos combustíveis que vai encarecer ainda mais o cabaz das famílias angolanas.
“Eu admito que o preço pode subir ainda mais, mas que não suba até a 150 kzs, porque isso vai alterar o cabaz das famílias vai”, disse.
Aquele economista afirmou, no entanto, que a medida será bem-vinda se o valor dos os subsídios retirados dos combustíveis for usado em infra-estruturas que beneficiem as populações.
“Não vale a pena ficar a dizer que estes aumentos não têm custo para a população porque têm custo sim, mas seria bom que os subsídios que são retirados aos combustíveis sejam aplicados nas infra-estruturas, como escolas hospitais e muito mais”, defendeu o analista.

De realçar que a Sonangol Distribuidora foi autorizada pelo Ministério das Finanças a actualizar os preços dos produtos derivados de petróleo em 20 por cento, passando o litro de gasolina a custar 90 kwanzas e o de gasóleo 60 kwanzas, no âmbito da estratégia do Executivo de redução da carga de subsídios para a melhoria da qualidade da despesa pública.
Nos termos do Decreto Executivo, passam a ser excluídos do regime de preços fixados o fuel leve, o fuel pesado e o asfalto, passando os seus preços a ser formados no âmbito do regime de preços livres, cessando assim o ónus do Estado com o custo de subvenções.
De acordo com a nota justificativa do Governo, o ajustamento vai permitir ao Executivo criar espaço fiscal, para assegurar a sustentabilidade da política fiscal e garantir o financiamento do Plano Nacional de Desenvolvimento até ao fim da legislatura.
O novo reajuste dos preços dos combustíveis ocorre numa altura em que o défice fiscal do país se aprofunda face à queda constante do preço do barril do petróleo, negociado abaixo dos 60 dólares. “” – FONTE : VOA

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Aumento dos preços de combustíveis surpreende angolanos



“”(…)  Os preços dos combustíveis em Angola subiram 46,4 por cento desde o passado sábado.
Os cidadãos em Luanda dizem que foram surpreendidos com a subida dos preços dos combustíveis e pedem às autoridades maior sensibilidade na tomada de medidas que afectam as populações.
Para o economista e professor universitário José Matuta Cuato, a vida das populações vai encarecer ainda mais. “Uma subida de cerca de 45 por cento significa que aumenta o preço do táxi e tudo mais”, disse Cuato, quem também espera que o Executivo tenha explicações para a medida.

Desde o passado sábado, nas bombas de combustível, o litro de gasolina passou a custar 75 Kwanzas, o de gasóleo 50 Kwanzas e o de petróleo iluminante 35 Kwanzas.
Por outro lado, o quilograma de gás custa agora 45 Kwanzas fazendo com que a botija de gás de 6 quilos aumente para 270 Kwanzas, a de 12 quilos para 540 Kwanzas e a de 51 quilos para 2.295 Kwanzas.

Ainda de acordo com a nota publicada no site do Ministério das Finanças, o preço de fuel leve e pesado aumenta para 50 Kwanzas e 34 Kwanzas respectivamente, enquanto o quilograma de asfalto passa a custar 19 Kwanzas.”” – FONTE : VOA