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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Herdeira angolana tem 2 mil milhões em Portugal


“”(…)  Os investimentos de Isabel dos Santos – a filha mais velha do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos – em Portugal valem quase dois mil milhões de euros. Só as suas participações em empresas cotadas em Bolsa, como o BPI, NOS e Galp, estão avaliadas em cerca de 1800 milhões de euros. A ‘princesa’ de Angola tem ativos e parceiros em várias áreas, que vão desde a banca, a energia, telecomunicações, comércio de exportação e importação, consultadoria económica, marketing, publicidade e gestão de participações sociais noutras empresas. O CM encontrou registo de atividade Isabel dos Santos em pelo menos 13 sociedades, algumas com sede em Lisboa, nomeadamente na avenida da Liberdade, e na Zona Franca da Madeira. Na região autónoma estão, por exemplo, a Invesluanda, que em 2010 teve como presidente o empresário Américo Amorim; a Niara Holding SGPS, a Niara Power e a Dorsay SGPS. Nesta última, a participação é encontrada através do marido, Sindika Dokolo, que em 2 de outubro de 2010 detinha cerca de 45 mil euros do capital da sociedade. Em quase todas as empresas, nomeadamente naquelas em que Isabel dos Santos é acionista mas não surge nos órgãos sociais, encontramos um nome comum: Mário Filipe Moreira Leite da Silva, tido como um homem de extrema confiança da filha do presidente angolano.

Também José Eduardo Paulino dos Santos (o cantor Coréon Dú), meio-irmão de Isabel dos Santos, é um grande investidor em Portugal. Encontramos o nome associado à Erigo Sociedade de capital de Risco, que gere dois fundos, um deles com 42,3 milhões e outro acabado de lançar, a 7 de janeiro. Coréon Dú aparece na Semba Comunicação e na Masemba, dona da revista ‘Lux’. Já os investimentos da irmã Welwitschea José dos Santos, conhecida por Tchizé, são mais modestos. Tem duas participações em empresas ligadas à agricultura, de produção de pera-rocha. “” – FONTE : Correioda Manhã

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Terra Peregrin Empresa que lançou OPA à PT foi criada (apenas) na sexta-feira



“”(…)  A empresa de Isabel dos Santos que lançou a OPA (Oferta Pública de Aquisição) à Portugal Telecom, de seu nome Terra Peregrin, foi criada a 7 de novembro.
O Jornal de Negócios dá hoje a conhecer a empresa da angolana que quer ‘pôr a mão’ à empresa portuguesa de telecomunicações.
A empresa é uma sociedade gestora de participações sociais, constituída em Portugal, a 7 de Novembro, sexta-feira antes do anúncio do lançamento da OPA.

A empresa possui dois administradores Isabel dos Santos e Mário Leite, o braço direito da empresária em Portugal e que assume-se representante no país.
A Terra Peregrin tem um capital social de 51 mil euros e ofereceu um valor de 1,21 mil milhões de euros pela PT.”” – FONTE : NOTÍCIAS  AO MINUTO

domingo, 9 de novembro de 2014

Isabel dos Santos lança OPA de 1,2 mil milhões sobre a PT SGPS



“”(…)  Isabel dos Santos acaba de lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) geral e voluntária sobre o capital da Portugal Telecom (PT) SGPS. A oferta foi lançada através da Terra Peregrin, uma sociedade detida pela empresária, filha do Presidente de Angola.
De acordo com o anúncio divulgado neste domingo através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Terra Peregrin oferece 1,35 euros por cada acção da empresa, o que significa um prémio de 11% face ao último valor de fecho da PT SPGS. Esta proposta avalia, assim, a empresa, que detém a participaçãona brasileira Oi e a dívida de cerca de 900 milhões da Rioforte, em perto de 1210 milhões de euros.
A Terra Peregrin tem como intermediário financeiro na operação a Caixa – Banco de Investimento, braço do banco público Caixa Geral de Depósitos.

A concretização desta OPA permitiria à empresária angolana tornar-se accionista da operadora brasileira Oi, com cerca de 37% do capital (que se reduzirá após a fusão). E, apesar de ser uma oferta independente da Sonaecom, esta tomada de posição está em linha com o que a ZOPT (detida em partes iguais por esta empresa e por Isabel dos Santos) afirmou na semana passada, quando anunciou, em comunicado, que pretendia participar numa "solução para a PT".
Isto porque a operação pretenderá assegurar que a PT Portugal se mantém no universo da Oi, apesar de já haver ofertas em cima da mesa, nomeadamente do grupo francês Altice, para comprar a operadora de telecomunicações portuguesa.
No anúncio, é referido que "a oferente tenciona manter as grandes linhas estratégicas definidas pelo conselho de administração da sociedade visada e os objectivos inerentes aos acordos celebrados entre a sociedade visada e a Oi".

O lançamento da OPA fica ainda condicionado à obtenção de registo junto da CMVM e à declaração por parte deste regulador da derrogação do dever de lançamento de uma OPA subsequente, bem como a outras autorizações que venham a revelar-se necessárias, como a não oposição da Autoridade da Concorrência.
São ainda apontados como requisitos a alteração de estatutos da PT SPGS "de forma a que não subsista qualquer limite à contagem de votos emitidos por um só accionista", à autorização da assembleia geral da empresa para que o oferente "adquira uma participação superior a 10% das acções representativas do capital social" e à eliminação da obrigação imposta à PT SPGS de, durante a vigência da opção de compra de reaquisição de acções da Oi, só poder fazê-lo através desta opção de compra. “” – FONTE : PÚBLICO