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sábado, 11 de junho de 2016

RNA debate sobre a reestruturação do sector petrolífero e Rádio Ecclesia debate sobre a Reconciliação Nacional

As intervenções de Carlos Lopes e dos convidados, no debate na Rádio Nacional de Angola debateu no programa Tendências e Debates com o tema a reestruturação do setor de petróleo em Angola, sobre a criação de 4 empresas e uma Agência, as dívidas da Sonangol e as imparidades técnicas. Na Rádio Ecclesia o debate foi sobre a Reconciliação Nacional e a Paz em Angola, sobre o seu processo, a intolerância política e a participação dos políticos na reconciliação nacional.
PARA OUVIR:

quarta-feira, 8 de junho de 2016

A “ LUPA DE CARLOS LOPES “ Nr. 31º - A Sonangol "BOA" a Sonangol "MÁ" e as outras 17 subsidiárias.






( África Monitor Intelligence publicou este artigo no dia 9-6-2016 )
LINK: http://www.africamonitor.net/pt/opiniao/sonangolboama-17subsidiarias-cl016/



No sentido de dar cumprimento ao Decreto do pai, Presidente de Angola, a Isabel dos Santos na qualidade de Presidente do Conselho de Administração da Sonangol prepara-se nos próximos 100 dias, prazo indicado por ela, para apresentar um modelo de reestruturação da Sonangol. 

Talvez inspirada pelo modelo português, ninguém se admire, se aparecer uma Sonangol BOA, que é a holding operacional e também a que ficar com a função concessionária do setor petrolífero, de preferência sem o «lixo das imparidades» e uma Sonangol MÁ, para onde se vai «varrer o lixo» já que não se pode colocar por baixo de nenhum «tapete» e teremos ainda as 17 subsidiárias, que tem milhares trabalhadores, que ficarão com o credo na boca a ver quem vai cair em desgraça do despedimento coletivo, principalmente naquelas empresas que não são rentáveis.

A Isabel dos Santos, também irá tomar uma posição em relação as participações diretas e indiretas noutras empresas, algumas em Portugal, como o BCP onde já perdeu cerca de 2/3 do valor das ações em bolsa.
Sem dúvida nenhuma, que esta nomeação começa a não agradar a « gregos e a troianos » e que muita água vai passar por baixo da ponte, leia-se Sonangol, que invés de estar a jorrar petróleo, afunda-se com dívidas incalculáveis, porque a Isabel dos Santos apressou-se a desmentir a enorme dívida de que tanto se fala, mas sem informar de qual é o valor real da mesma.

Esta nomeação da filha mais velha do Presidente do MPLA, para o cargo em causa, está a trazer um mal-estar no meio dos camaradas, desde os altos dirigentes aos meros militantes trabalhadores, que estão sob a mira de um despedimento coletivo em grande escala. 

As mãos estendidas dos camaradas do MPLA, que se habituaram a ter na Sonangol, uma empresa sempre pronta a acudir as suas emergências financeiras, vão ficar vazias perante a visionária Isabel dos Santos, que aposta aumentar a eficácia e a transparência, em toda a linha e alcance, sem piedade.

Enquanto vai continuar a contestação da sociedade civil e dos partidos políticos da oposição contra a nomeação da Isabel dos Santos para o citado cargo, não irá surpreender ninguém, se alguns camaradas descontentes com o incerto futuro que os espera na esfera da Sonangol, venham a ser aliados inesperados.

Uma coisa é certa, nunca mais a Sonangol vai ser como era.

terça-feira, 7 de junho de 2016

A " LUPA DE CARLOS LOPES " Nr 30º - Os «buracos» da nossa Angola








Os buracos em Angola proliferam onde e quando menos se espera.

Temos os buracos nas estradas, nos passeios e em quase todas as obras de infraestruturas criadas pelo Executivo Angolano, que tem dificuldade de os tapar e quando consegue isso, é abrindo outro buraco para tapar o anterior.

Fala-se agora do «buraco» de 44 mil milhões da Sonangol, que se encaixa perfeitamente na estratégia dos «tapa buracos» acima referido. A Sonangol serviu para andar a tapar muitos buracos e com desconhecimento dos angolanos. A solução encontrada pelo Presidente da República passou pelo núcleo familiar, escolhendo a sua primogénita para chefiar e resolver o «buraco» da Sonangol. O Plano Nacional de Quadros que é acarinhado pelo Presidente da República, não conseguiu descortinar gestores competentes para administrarem a maior empresa pública de Angola, responsável pela gestão do «ouro negro» e dos petro-dólares que antes tapavam os buracos que apareciam.

A Isabel dos Santos que é apontada como a maior bilionária de Angola e África, aos olhos do Presidente foi a única, que tinha um curriculum invejável para presidir o conselho da administração da Sonangol e desta forma gerir a maior receita fiscal do país.
A contestação a esta nomeação foi imediata por parte da sociedade civil angolana, que se baseia na Lei da Probidade e no conflito de interesses que existe, porque se não houvesse, a empresária e acionista Isabel dos Santos, não se preocupava em sair da Administração das empresas NOS, EFACEC e BIC, todas em Portugal e onde a legislação se aplica, sem necessidade de impugnações judiciais nesta matéria. Assim, só em Angola verifica-se que a Lei aplica-se de acordo com os interesses vigentes daqueles que lideram a governação no país. 

Os «buracos» ruinosos no OGE, na Saúde, na Educação, na Habitação, na Banca, na maior parte das Empresas Públicas, ou seja, por todo lado e sem nunca esquecer, os buracos nas estradas das 18 Províncias de Angola, vão aguardar pela genialidade da nova presidente do conselho da administração da Sonangol, como um exemplo a seguir de uma gestão de excelência, como foi referido pela mesma com entusiasmo.

Mas, uma coisa é certa, a família do Presidente da República de Angola, vai dominando a economia do país e as sobras ficam para os apoiantes dos mesmos, porque o resto da população, que é a maioria, vive numa miséria adormecida com tendência a acordar para a realidade que sufoca a sua sobrevivência. Até quando, é a questão principal.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Rede de hipermercados de Isabel dos Santos inspirada no Continente



“”(…)  As semelhanças entre o logotipo da nova rede de hipermercados criada por Isabel dos Santos em Angola com a cadeia portuguesa Continente são bem percetíveis, apesar do fim da parceria entre a filha do presidente angolano e Paulo Azevedo.
A empresária tinha assinado, em 2011, um contrato com o Continente com fim à abertura, em Angola, de uma rede de hipermercados: a Condis.
O término do negócio foi anunciado esta segunda-feira, mas as semelhanças entre a marca de Isabel dos Santos e Paulo Azevedo e a nova empresa criada pela filha de José Eduardo dos Santos são bem percetíveis. Contidis é o nome da empresa que vai gerir a marca Condando.
Como pode ver na imagem acima, divulgada pelo jornal angolano O País, não é só o tipo de letra que é semelhante. Também a cor escolhida para o logótipo foi o vermelho. E nota-se ainda semelhanças na imagem exterior dos novos hipermercados. “” – FONTE :  NOTÍCIAS  AO  MINUTO

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Isabel dos Santos e Estado angolano asseguram 65% da Efacec



“”(…)  Cerca de dez anos depois de ter se ter estreado nos negócios em Portugal com a entrada na Galp Energia, associada à Sonangol, Isabel dos Santos voltou agora a juntar-se a uma empresa estatal angolana para entrar no capital de uma empresa portuguesa.
Esta quinta-feira, a empresária assegurou 65% da Efacec Power Solutions, a maior empresa portuguesa de electrónica e electromecânica, em parceria com a Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE), detida a 100% pelo Estado angolano e presidida por Francisco Talino. O negócio, avaliado em 200 milhões de euros, envolveu a José de Mello SGPS e a Têxtil Manuel Gonçalves, que controlavam a empresa em partes iguais desde 2006. Agora, os dois grupos ficam com 17,5% cada um.

Assim, esta nova aquisição da empresária traz três novidades face aos últimos negócios: entra num novo mercado (está nos combustíveis via Galp, na banca através do BPI e do BIC, e nas telecomunicações por via da NOS, associada à Sonae, além de investimentos no imobiliário); assume desde logo a maioria do capital de uma empresa portuguesa para controlar a gestão; e volta a aliar-se a uma empresa estatal angolana.

A operação foi feita através de uma empresa criada para o efeito, denominada de Winterfell (curiosamente, é o nome do castelo da casa de Stark, os guardiões do Norte, na série Guerra dos Tronos), controlada maioritariamente por Isabel dos Santos.Aqui, há ainda uma outra diferença, já que a Sonangol tem uma posição superior à de Isabel dos Santos na Galp (ligados a Américo Amorim através da Esperaza), enquanto no caso da Efacec quem lidera é a empresária angolana. Um sinal que demonstra o percurso feito por Isabel dos Santos no mundo dos negócios na última década.

Em comunicado enviado às redacções, os grupos José de Mello e Têxtil Manuel Gonçalves afirmam que permanecem detentores da totalidade da Efacec Capital (agora dona de 35% da Efacec Power Solutions), e que esta empresa vai ficar com os negócios de manutenção e de energias renováveis, que ficaram fora do negócio com Isabel dos Santos.

Já a Winterfell, também através de um comunicado, destaca que a operação “visa reforçar financeiramente a empresa portuguesa, aumentar a sua capacidade de investimento e actuação no mercado e relançar a sua estratégia de internacionalização”. Destacando que este é um “investimento estratégico e de longo prazo”, a sociedade de Isabel dos Santos diz que “as competências da Efacec Power Solutions assumem uma particular relevância para os novos accionistas dado que esta parceria contribuirá para o desenvolvimento da exportação de conhecimento e para a partilha de tecnologia”, e que a economia angolana em paricular “sairá beneficiada dado o know how da Efacec para áreas-chave do seu crescimento económico”.

A empresa portuguesa já prestou vários serviços a grupos angolanos, e a mudança accionista surge numa altura em que o sector eléctrico de Angola precisa de se desenvolver, desde a produção à distribuição. Além de muitas pessoas ainda não terem acesso a electricidade, o abastecimento é instável. Por outro lado, a necessidade de criar novas indústrias locais cria desafios do ponto de vista da distribuição, algo em que a tecnologia e os trabalhadores qualificados da Efacec podem revelar-se úteis.

Actualmente, a Efacec Power Solutions opera em cerca de oito dezenas de países, na área da engenharia e da energia (transformadores, automação e mobilidade eléctrica).

De acordo com o comunicado, a empresa factura cerca de 500 milhões de euros por ano e emprega perto de 2500 trabalhadores. Segundo os dados disponibilizados pelo grupo, desde 2009 que os mercados externos têm sido a principal fonte de receitas. No entanto, as contas da Efacec foram afectadas por factores como um mau resultado nas operações do Brasil, através do consórcio MABE.

O negócio neste mercado obrigou o grupo a assumir perdas e a elevar o passivo financeiro líquido (em 2012 chegou aos 444,3 milhões, mais cem milhões face ao ano anterior). As contas de 2011 tiveram de ser reexpressas, e a Efacec passou de um lucro de seis milhões de euros a perdas de 41,1 milhões nesse mesmo ano. Actualmente, a Efacec é liderada por João Bento, e, pelo menos até estarem resolvidas todas as autorizações regulamentares, não haverá alterações ao nível da gestão. “” – FONTE : PÚBLICO

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Herdeira angolana tem 2 mil milhões em Portugal


“”(…)  Os investimentos de Isabel dos Santos – a filha mais velha do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos – em Portugal valem quase dois mil milhões de euros. Só as suas participações em empresas cotadas em Bolsa, como o BPI, NOS e Galp, estão avaliadas em cerca de 1800 milhões de euros. A ‘princesa’ de Angola tem ativos e parceiros em várias áreas, que vão desde a banca, a energia, telecomunicações, comércio de exportação e importação, consultadoria económica, marketing, publicidade e gestão de participações sociais noutras empresas. O CM encontrou registo de atividade Isabel dos Santos em pelo menos 13 sociedades, algumas com sede em Lisboa, nomeadamente na avenida da Liberdade, e na Zona Franca da Madeira. Na região autónoma estão, por exemplo, a Invesluanda, que em 2010 teve como presidente o empresário Américo Amorim; a Niara Holding SGPS, a Niara Power e a Dorsay SGPS. Nesta última, a participação é encontrada através do marido, Sindika Dokolo, que em 2 de outubro de 2010 detinha cerca de 45 mil euros do capital da sociedade. Em quase todas as empresas, nomeadamente naquelas em que Isabel dos Santos é acionista mas não surge nos órgãos sociais, encontramos um nome comum: Mário Filipe Moreira Leite da Silva, tido como um homem de extrema confiança da filha do presidente angolano.

Também José Eduardo Paulino dos Santos (o cantor Coréon Dú), meio-irmão de Isabel dos Santos, é um grande investidor em Portugal. Encontramos o nome associado à Erigo Sociedade de capital de Risco, que gere dois fundos, um deles com 42,3 milhões e outro acabado de lançar, a 7 de janeiro. Coréon Dú aparece na Semba Comunicação e na Masemba, dona da revista ‘Lux’. Já os investimentos da irmã Welwitschea José dos Santos, conhecida por Tchizé, são mais modestos. Tem duas participações em empresas ligadas à agricultura, de produção de pera-rocha. “” – FONTE : Correioda Manhã