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segunda-feira, 9 de março de 2015

Stock da Cunha Fusão BPI/BCP é um projeto "interessante"



“”(…)  O presidente do Novo Banco, Eduardo Stock da Cunha, disse hoje que a possível fusão entre o BPI e o BCP, proposta por Isabel dos Santos, é uma operação interessante, caso se venha a concretizar.
"A fusão BCP/BPI é um movimento, caso venha a concretizar-se, interessante. Mas deixo isso para os analistas", afirmou o responsável durante a videoconferência de apresentação de resultados do Novo Banco.
Stock da Cunha realçou que a gestão do Novo Banco está condicionada pelo facto de se tratar de um banco de transição e que tem já um processo de venda em curso.
"Estamos condicionados na nossa atividade em diversos aspetos estratégicos. Podemos fazer apenas e só aquilo que o Banco de Portugal nos autorize a fazer de forma expressa e não apenas tácita", vincou.
E ilustrou: "Por exemplo, se amanhã eu me quisesse fundir com o BCP, eu não podia".
O BPI é um dos bancos interessados na compra do Novo Banco tendo, entretanto, sido alvo de uma oferta pública de aquisição (OPA) por parte do seu maior acionista, o catalão CaixaBank.
Mas o BPI tem igualmente em mãos uma proposta feita pela empresária angolana Isabel dos Santos, segunda maior acionista do BPI, através da empresa Santoro, para que se iniciem conversações entre o BPI e o BCP - onde a Sonangol detém a maior posição acionista - com vista a uma fusão.  “” – FONTE :  NOTÍCIAS AO MINUTO

Nem OPA nem fusão: o BPI está em cisão



“”(…)  Depois de semanas de contactos informais e de dois dias de reuniões do Conselho de Administração (CA), a equipa de gestão do BPI formalizou esta sexta-feira uma resposta à Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pelo CaixaBank. Pressionados pela proposta de fusão com o BCP avançada por Isabel dos Santos, a mensagem de Fernando Ulrich e Artur Santos Silva foi clara: o preço tem de subir. Mas nem isso seria suficiente, pela posição da empresária, que está frontalmente contra a oferta. Os accionistas angolanos e espanhóis estão agora numa disputa em que qualquer parte pode vetar as aspirações da outra.
Num relatório obrigatório enviado à CMVM, o Conselho de Administração do BPI sustentou que o preço de 1,329 euros por acção oferecido pelo CaixaBank através da OPA “não reflecte o valor actual do BPI, pelo que não recomenda aos seus accionistas que aceitem aquela oferta”. Os gestores querem uma subida do preço em 70%, para um total de 2,26 euros por acção.
O CaixaBank foi pronto a reagir. Em comunicado, reafirma que o preço oferecido é adequado  e “tem a vontade e a obrigação de continuar com a Oferta até à sua finalização”.

Mas, com Isabel dos Santos contra, tem a um obstáculo de peso pela frente, já que precisa do apoio da empresária para concluir a operação. Sem ela, não reúne votos suficientes em AG para desblindar os estatutos do banco, uma das condições para o sucesso da OPA. A empresária demonstrou uma forte oposição à OPA. Todos os administradores disseram na reunião do CA que não aceitariam o preço oferecido. Mas Mário Silva, o representante de Isabel dos Santos na reunião, foi mais longe: votou vencido na apreciação final do relatório da administração, que pede uma valorização de 70%.  E fez uma declaração de voto. O gestor justifica a decisão com “um conjunto de vícios” nos documentos apresentados pelos espanhóis, que “prejudicam” a análise da proposta. E sublinha que, face às oportunidades de consolidação no mercado português, a oferta deveria ser considerada “inoportuna e não alinhada com os melhores interesses da Instituição”.
Sem o referir explicitamente, Mário Silva aludiu à proposta de fusão do BPI com o BCP, feita por Isabel dos Santos - um tema que ficou de fora do relatório. No início da semana, a empresária angolana enviou uma carta aos presidentes do BPI e do BCP com uma proposta de fusão entre os dois bancos portugueses. A iniciativa surgiu como uma resposta à lançada pelos espanhóis. Foi assinada por Mário Silva, o representante da empresária em Portugal, e foi também endereçada a Gonzalo Gortázar (CaixaBank), além de Fernando Ulrich (BPI) e Nuno Amado (BCP).

O CaixaBank tem reticências face a essa fusão. Numa nova instituição comum, passaria a ter de lidar com um bloco de accionistas angolanos dominante (Isabel dos Santos no BPI e Sonangol no BCP. No comunicado enviado à CMVM,  manifesta que no “actual contexto não pode avaliar uma eventual fusão entre o BPI e o BCP cujos termos não foram ainda propostos”. E, tal como Isabel dos Santos na OPA, o CaixaBank tem poder de veto numa fusão, já que os seus votos numa AG seria também necessários. “” – FONTE : SOL

sábado, 7 de março de 2015

CMVM investiga manipulação ruidosa na proposta de fusão BCP/BPI



“”(…)  Dar a volta ao jogo. É a segunda vez que em pouco tempo a angolana Isabel dos Santos surpreende o mercado em Portugal.
Depois de ter lançado uma falhada oferta pública de aquisição (OPA) sobre a PT SGPS, Isabel dos Santos aparece agora como o rosto de fusão entre o BPI e do BCP, proposta que a avançar criaria o maior banco português.
A informação foi avançada pelo Expresso na segunda-feira a meio da tarde, como sendo uma iniciativa da Santoro Finantial Holding, empresa da investidora angolana.
A polícia da Bolsa, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), está neste momento a analisar se foram cumpridos por parte de Isabel dos Santos todos os deveres de prestação de informação. E está também, sabe o Expresso, a avaliar se estamos perante um caso de "manipulação ruidosa", ou seja, o regulador está a investigar se a informação prestada pela Santoro foi feita com intuitos sérios. “” FONTE : EXPRESSO

quinta-feira, 5 de março de 2015

Administração do BPI rejeita OPA do CaixaBank



“”(…)  "O conselho de administração entende que o preço de 1,329 euros por acção oferecido pelo CaixaBank" através da Oferta Pública de Aquisição, "não reflecte o valor actual do BPI, pelo que não recomenda aos seus accionistas que aceitem aquela oferta".
Desta forma, o conselho de Administração do BPI, liderada por Artur Santos Silva, rejeita a Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pelo CaixaBank (do grupo La Caixa) sobre a maioria do seu capital, por não reflectir o real valor da instituição. O BPI considera que o preço justo não é de 1,329 euros. Do seu ponto de vista, segundo o comunicado enviado ao regulador do mercado de capitais, a gestão do banco defende que o preço que reflecte o valor das acções é de 2,26 euros por título. Este valor divide-se em 1,12 euros pela actividade doméstica e 0,92 pela internacional, o que totaliza 2,04 euros. Depois, há ainda  que contar com 0,22 euros do valor das sinergias "anunciadas pelo oferente". Assim, chega-se aos 2,26 euros, ou seja, 70% acima do valor por título oferecido pelo CaixaBank. "O preço da oferta não reflecte o valor actual do BPI correspondente ao valor agregado da actividade doméstica e da actividade internacional, nem partilha com os accionistas do banco as sinergias anunciadas pelo oferente", lê-se no comunicado.
De acordo com este órgão de gestão do BPI, presidido por Artur Santos Silva (fundador do banco), "a partir de 16 de
Dezembro de 2014 a cotação do BPI foi significativamente penalizada pelo comunicado divulgado pelo BPI nesse dia, relativo à perda de equivalência de supervisão em Angola", o que, diz o conselho de administração, desvirtua uma média simples dos últimos seis meses, como fez o CaixaBank.
Apesar de os 12 membros da administração que estiveram presentes na reunião, e que têm acções do BPI, terem todos deliberado pela "não aceitação" de vender as suas acções na OPA, a  leitura do relatório que comenta o prospecto de emissão da OPA do CaixaBank (que possui 44,1% do banco português), mostra que o seu conteúdo não foi consensual: quatro investidores, entre os quais está Mário Silva, que representa Isabel dos Santos (com 19%), opuseram-se por considerarem que a resposta da administração à oferta omite aspectos relevantes que deveriam ter sido abordados. Além de Mário Silva, também Armando Leite de Pinho (Arsopi), Edgar Alves Ferreira (Violas) e Alfredo Rezende Almeida votaram contra o relatório tal como ele foi feito (e aprovado pela maioria).

O representante de Isabel dos Santos pediu mesmo para apresentar uma declaração de voto, de modo a clarificar os seus argumentos.Para Mário Silva, os "documentos apresentados pelo CaixaBank e sobre os quais o Conselho se pronuncia contêm um conjunto de vícios que prejudicam a sua análise". O gestor aponta "as autorizações regulatórias que o oferente [CaixaBank] terá solicitado e sobre as quais não existe qualquer visibilidade", os "planos estratégicos do CaixaBank para os mercados em que o BPI está presente", as "repercussões da oferta nos interesses da sociedade visada", como os trabalhadores, e ainda "os efeitos da consolidação para efeitos contabilísticos e prudenciais do CaixaBank no BPI".
O gestor que representa os interesses da empresária angolana em Portugal defende ainda que a gestão do BPI devia ter "emitido a sua opinião sobre matérias tão importantes e fundamentais como o destino dos projectos em curso em
Angola e Moçambique e a falta de proximidade cultural do CaixaBank em relação a esses projectos, o destino da parceria com o Grupo Allianz", terceiro maior accionista do BPI, com 8%, e parceiro na gestão da seguradora Cosec.
Ao mesmo tempo, e uma vez que o BPI já afirmara estar na corrida à compra do Novo Banco (ex-BES), Mário Silva defende que a OPA dos catalães tem "um cariz oportunístico" o que, diz, está demonstrado no relatório. No entanto, considera que se devia ter ido "mais longe". "Esta oferta é, na minha opinião, inoportuna e não alinhada com os
melhores interesses da Instituição, dos seus accionistas, dos seus trabalhadores e demais stakeholders, devendo o conselho de administração regressar tão prontamente quanto possível à análise das opções de consolidação", destaca.
Depois de ter sido conhecida a intenção de lançar uma OPA pelos catalões, Isabel dos Santos veio promover uma fusão do BPI com o BCP (ambos presentes em Moçambique e em Angola). “” – FONTE : PÚBLICO

quarta-feira, 4 de março de 2015

Banca Com fusão, BCP e BPI seriam dominados por angolanos



“”(…)  Se o BCP e o BPI se fundirem, possibilidade levantada por Isabel dos Santos, os angolanos tornar-se-ão os maiores acionistas das duas instituições bancárias.
A possibilidade de fusão foi noticiada ontem pelo Expresso Diário e levou a CMVM a pedir esclarecimentos à empresária angolana, que detém a maior posição acionista no BCP (através da Sonangol) e é a segunda maior acionista do BPI (através da Santoro).
A concretizar-se a fusão, os angolanos ficariam na posição de maiores acionistas da nova instituição, com 21% do capital, de acordo com o Jornal de Negócios. Mas significaria deixar para trás a intenção de comprar o Novo Banco, que chegou a ser comentada.
Mas para que tal aconteça, é necessário que a CaixaBank o permita, já que detém 19,44% do BPI e é necessária a aprovação por 75% dos acionistas dos dois bancos. Em sentido inverso, Isabel dos Santos terá também de apoiar o fim dos limites de voto para que a OPA do banco catalão vá a bom porto. “” – FONTE :  NOTÍCIAS AO  MINUTO