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sábado, 10 de outubro de 2015

Soldado da Guarda Presidencial admite ter morto militante da CASA CE



“”(…)  Um membro da Guarda Presidencial angolana admitiu  Quinta feira em tribunal ter sido ele quem matou o militante da CASA CE Hilbert Ganga.
Ganga  foi morto a 23 de Novembro de 2013 já depois de ter sido preso  quando colava cartazes nas proximidades do estádio dos Coqueiro.
Segundo noticias Ganga foi morto a tiro quando pretendeu abandonar o veículo onde se encontrava detido.
O julgamento do  soldado da Guarda Presidencial Desidério Patrício de Barros, iniciou-se Quinta-feira , no Tribunal Provincial de Luanda.
A primeira sessão foi dedicada à acusação do Ministério Público e à apresentação dos argumentos do advogado dos familiares da vítima.
Na mesma sessão, o Tribunal Provincial de Luanda ouviu o acusado e mais duas testemunhas presenciais. O acusado assumiu a autoria do crime mas disse que não tinha a intenção de matar a vítima.
A audição terminou ao princípio da noite e decorreu sob fortes medidas de segurança e longe da presença dos familiares da vítima.
Desidério Patrício de Barros  arrisca-se a uma pena que vai de 16 a 20 anos de prisão.
O crime não admite liberdade provisória mas o réu não se encontra preso, situação contestada pelo advogado da família, Francisco Miguel.
O julgamento será retomado no dia 15 de Outubro “” – FONTE : VOA

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Julgamento de assassino de Hilbert Ganga recomeça quinta-feira



“”(…)  O julgamento do assassino do militante da Casa-CE Manuel Hilbert Ganga é retomado nesta quinta-feira em Luanda.
O advogado da família Francisco Miguel “Michel” duvida que o autor material do crime seja apresentado publicamente.
Francisco Michel disse preferir esperar para ver depois de, na última sessão de julgamento, se ter alegado que o acusado estaria doente.
Marcado inicialmente para 9 de Julho passado, o julgamento tinha sido adiado, sem data marcada, pelo juiz da causa do Tribunal Provincial de Luanda.
O acusado tinha sido identificado como sendo um soldado da Guarda Presidencial, mas nunca foi  apresentado em juízo apesar  dos pedidos das autoridades policiais e judiciais feitos em quatro ocasiões.
Manuel Hilbert Ganga foi  assassinado a 23 de Novembro de 2013, quando tentava colar panfletos que denunciavam o desaparecimento dos activistas Isaías Cassule e Alves Kamulingue.
O activista terá sido  abatido a tiro à porta do complexo presidencial  por tentar sair do veículo no momento em que se apercebeu que estava a ser levado para o interior do edifício pelos agentes policiais. “” – FONTE : VOA