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sábado, 29 de agosto de 2015

Kalupeteca acusado de "autoria moral ou material" do assassinato de polícias



“”(…)  O Serviço de Investigação Criminal (SIC) no Huambo concluiu a instrução processual do “caso Kalupeteca”.
O líder da Igreja Adventista do Sétimo Dia A Luz do Mundo, José Julino Kalupeteca, é acusado de autoria moral ou material do assassinato dos policias.
O processo já foi remetido à Procuradoria Geral da República (PGR), segundo fonte da Associação Mãos Livres, que defende o líder da seita.
A equipa de advogados de defesa aguardam pela fundamentação da acusação para saber se Kalupeteca é acusado de "autoria moral ou material".
A fonte disse também que os advogados desconhecem os nomes dos presumíveis co-autores que a PGR alega estarem detidos.
O filho de Kalupeteca, Julino Kalupeteca pede "celeridade à justiça" no julgamento deste caso.
Na operação, foram detidos cerca de 90 suspeitos, dos quais 60 foram postos em liberdade.
Em Junho, o vice-procurador-geral da República Hélder Pitta Grós garantiu que os demais seriam colocados em liberdade em breve.
A 16 de Abril polícias e fiéis entrarem em conflito no monte Sumi, no Huambo, quando os agentes tentavam prender o líder da seita A Luz do Mundo, José Julino Kalupeteca.
Nos confrontos, nove polícias morreram e cerca de de 20 civis foram mortos,ssegundo a Polícia.
A Unita, a Casa-CE e activistas falam em centenas de civis mortos.
As Nações Unidas solicitaram uma investigação independente, mas o Governo de Angola não aceitou.
Várias organizações internacionais condenaram a actuação das autoridades angolanas. “” – FONTE : VOA

sábado, 23 de maio de 2015

Angola volta a rejeitar pedido da ONU para investigação a confrontos no Huambo



“”(…)  Pela segunda vez no espaço de uma semana o governo angolano voltou a rejeitar a possibilidade de uma investigação independente aos acontecimentos no monte Sumi, no Huambo, em que um número indeterminado de pessoas morreram.
Personalidades angolanas e partidos políticos da oposição pediram uma investigação independente aos confrontos entre a polícia e fieis da seita A Luz do Mundo e subsequentemente um pedido idêntico foi feito pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH).
O ministro da justiça angolano Rui Mangueira disse em Luanda que Angola não irá permitir que as suas “instituições de soberania sejam agredidas por instituições de fora”, acrescentando  que a polícia tem trabalhado no caso “com toda a lisura e transparência”.

Rui Mangueira acusou aqueles angolanos que afirmaram terem morrido centenas de pessoas nos confrontos  de “levantarem números de uma forma irresponsável”.
"O Estado angolano já pediu ao Alto Comissário das Nações Unidas para justificar esta sua pretensão de ter uma comissão independente para investigar o caso, porque as Nações Unidas têm critérios, não podem ser utilizadas ao belo prazer das pessoas", disse o ministro.
Anteriormente o governo angolano tinha acusado aquele organismo da ONU de fazer declarações  sem ter qualquer prova de que teria havido um massacre, acusando também aquele organismo de emitir comunicados com base em falsas declarações prestadas por “elementos tendenciosos e absolutamente irresponsáveis, com a intenção de difamar não só as instituições angolanas, mas também todos os seus cidadãos". “” – FONTE : VOA

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Deputados da Casa-CE denunciam chacina no monte Sumi



“”(…)  Deputados da Casa-CE que conseguiram chegar ao monte Sumi, na Caála, onde se encontram os seguidores da seita A Luz do Mundo, liderada por José Julino Kalupeteka, dizem ter havido uma chacina no local.  
"Há indícios de que havia muitas crianças, pelas roupas, fraldas, sangue nos lenços das senhoras amarrados na cabeça, perguntamos sobre o paradeiro das crianças, as autoridades dizem não saber, é impossível, o cheiro a morte, a carnificina está no ar", revelou o secretário-geral da coligação que pediu uma investigação independente ao local para se apurar o que realmente passou.

"Isto requer uma investigação independente mais profunda e séria, alguns com quem falamos colocavam o problema com clareza, outros estavam com medo principalmente quando a policia se aproximava porque o que se passou aqui foi mesmo terror", concluiu Leonel Gomes.

A delegação de deputados da Casa-CE vai continuar a trabalhar no Huambo até à próxima sexta-feira, 1 de Maio. “” – FONTE : VOA