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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Activistas do Movimento Revolucionário coagidos a incriminar Domingos da Cruz



“”(…) Catorze dos 15 activistas detidos a 20 de Junho em Luanda por alegadamente prepararem um golpe de Estado estão a ser coagidos pelas autoridades para incriminarem o professor e escritor Domingos da Cruz em troca da sua liberdade.
A informação foi avançada à VOA por uma fonte do autodenominado Movimento Revolucionário que esteve recentemente nas cadeias onde se encontram os activistas.
Domingos da Cruz tem sido apresentado aos activistas pelos investigadores do Serviço de Investigação Criminal (SIC) como sendo o líder do grupo.
Nesta posição, caso for entregue pelos demais, Cruz será processado sozinho e os demais colocados em liberdade.
Aqueles activistas encontram-se nas cadeias de Calomboloca, Kaquila, CCL e Hospital Cadeia, em São Paulo, à espera de julgamento.
Recorde-se que além dos 15 detidos em Junho, as activistas Rosa Conde e Laurinda Gouveia foram recentemente constituídas arguidas pela Procuradoria-Geral da República, por, segundo a acusação, integrarem o grupo que, supostamente, estaria a preparar uma rebelião e um consequente golpe de Estado.”” – FONTE : VOA

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Autoridades angolanas continuam a interrogar activistas



“”(…)  Os Serviços de Investigação Criminal(SIC) de Angola continuam a ouvir integrantes do autodenominado Movimento Revolucionário de Angola que estariam, segundo as autoridades, a preparar um golpe de Estado por via da desobediência civil.
Depois de interrogar Filomeno Viera Lopes, do Partido Bloco Democrático, e activista Laurinda Gouveia, na semana passada, o SIC ouviu nesta segunda-feira, 10,  a também activista Rosa Conde.
Os investigadores João Barros e Fernando Receado queriam saber se, no tal curso sobre técnicas para derrubar um ditador, os participantes queriam  usar crianças e mulheres para deitar abaixo o Governo.
Rosa Conde nega qualquer pretensão de querer derrubar o Governo através de um golpe de Estado e reitera que o grupo apenas estudava meios para melhorar as suas formas de fazer activismo.
“Uma das coisas que aprendi no curso é ter calma quando estamos a presença da policia”, revelou Conde.
Recorde-se que 15 jovens do autodenominado Movimento Revolucionário foram detidos a 20 de Junho quando participavam de uma reunião de activistas, pela quarta semana consecutiva.
A prisão preventiva dos mesmos expirou no passado dia 5 mas até hoje o Ministério Público não pediu a extensão da mesma. “” – FONTE : VOA

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Autoridades angolanas investigam "Governo de Salvação Nacional"



“”(…)  Autoridades judiciais angolanas interrogaram nesta quinta-feira, 6, o político Filomeno Vieira Lopes, naquilo que está a ser entendo como o início de um amplo processo de investigação de todos os membros apontados como fazendo parte do pretenso  Governo de Salvação Nacional alegadamente gizado pelo autodenominado Movimento Revolucionário.
Vieira Lopes, dirigente do Bloco Democrático aparece na lista do aludido Governo como “ministro dos Petróleos”. A referida lista surgiu de uma conversa entre opositores nas redes sociais.
Em declarações à VOA, o político disse ter explicado aos investigadores  que não tinha nada a ver com os mentores da ideia.
Vieira Lopes admitiu que outras figuras poderão vir a ser igualmente interrogadas.

A  justiça angolana  acusa os integrantes do autodenominado Movimento Revolucionário de tentativa de golpe de Estado,  tendo preso 15 dos seus integrantes  a 20 de Junho.
A prisão do também chamado   “grupo dos 15 mais um” despoletou uma onde de contestação dentro e fora do país  que , em parte esteve, na origem da vinda a Angola de eurodeputada Ana Gomes e das sucessivas tentativas de manifestação dos jovens “revús” entretanto reprimida pela Polícia.
O assunto continua a ser matéria de jornais privados, nas redes sociais e nas conversas de rua e está prevista  para este sábado,8,  mais uma manifestação desta feita promovida pelas mães dos detidos.
Uma contra-manifestação da organização feminina do MPLA  já foi, entretanto, anunciada com  claro objectivo de inviabilizar primeira, como aconteceu no dia 29 de Julho. “” – FONTE : VOA

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Polícia detém 17 organizadores da manifestação pró-activistas



“”(…)  A polícia angolana deteve no início da tarde desta quarta-feira, 29, em Estalagem, município de Viana, 17 organizadores da manifestação anunciada para esta tarde para pedir a libertação dos 15 activistas do autodenominado Movimento Revolucionário.
Entre os detidos estão os activistas David Salei, António Quissanda e Coronel Fuba.
As operações foram coordenadas pelo comandante Francisco Notícia  e aconteceram antes da manifestação dos pró-activistas marcada para as 15 horas na Praça 1º. de Maio.
Recorde-se que desde o início da manhã membros da Juventude do MPLA (JMPLA) e da Organização da Mulher Angolana (OMA) realizam uma contramanifestação de apoio ao Governo.
Por volta das 9 horas o jornalista Gonçalves Vieira, da Rádio Despertar, foi detido por, alegadamente, estar a fazer uma cobertura ilegal, tendo sido libertado duas horas mais tarde. “” – FONTE : VOA

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Movimento Revolucionário continua a exigir o fim da impunidade em Angola



“”(…)  A "pressão da sociedade civil e dos partidos da oposição", considera Pedrowski Teca, terá levado o Presidente José Eduardo dos Santos a recuar na sua decisão de promover António Vieira Lopes a brigadeiro.
"No caso do Movimento Revolucionário", explica o jovem, o anúncio da realização da manifestação deu origem "a uma briga, uma troca de palavras no Governo Provincial, porque os funcionários não queriam receber a carta de comunicado da manifestação, conforme a lei determina". Seguiram-se quatro horas de discussão que levaram vários jovens a juntar-se na sede do Governo Provincial e que acabaram por levar um dos funcionários do gabinete jurídico do governador a ceder e a aceitar a comunicação. Segundo Pedrowski Teca, esta informação terá chegado ao gabinete do Presidente da República, "que tomou esta decisão".

Para o Movimento Revolucionário, as exigências – nomeadamente, justiça para o caso Kamulingue e Cassule - vão continuar a ser feitas até que sejam ouvidas. "É um caso bastante difícil, testemunhou vários vícios", considera Teca. E dá um exemplo: "Vimos a Procuradoria-Geral da República oferecer casas aos familiares das vítimas, foi uma tentativa de aliciamento".
"Nós, Movimento Revolucionário, vamos continuar a exigir que a justiça seja feita até ao final. Se virmos qualquer tipo de irregularidade, retomaremos a decisão de manifestar", garante o jovem. Ainda asssim, Pedrowski Teca espera que, "após a despromoção de Vieira Lopes, o caso volte ao Tribunal Provincial de Luanda e retome o percurso normal", mas o grupo, diz, terá de "exigir que os autores morais estejam presentes no caso". “” – FONTE : DW África