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terça-feira, 23 de junho de 2015
Detenções angolanas “em flagrante delito”
“”(…) Activistas foram surpreendidos pela polícia numa residência, algemados, conduzidos a suas casa para busca a apreensão de material e detidos sem mandado de captura. Não é um episódio histórico do Portugal dos tempos da ditadura, contado hoje para reavivar memórias, mas sim um bem recente relato de algo que sucedeu em Angola, no sábado. Diz-se que os activistas foram detidos “em flagrante delito”, quando “se preparavam para realizar actos tendentes a alterar a ordem e segurança pública do país” (e também isto era dito em Portugal antes do 25 de Abril de 1974, para justificar detenções). O que preparavam os detidos? Manifestações de protesto. O que pedem? Mais respeito pelos direitos humanos, o fim da corrupção e melhorias das políticas públicas. Ora o regime angolano, em lugar de saber viver com tais manifestações, evita-as prendendo os seus mentores. Já foi assim em Portugal. Como é que lhes chamavam, à época? Fascistas. “” – FONTE : PÚBLICO– Editorial
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Jornal de Angola : Fazer carreira em Portugal envolve "dizer mal" do Presidente angolano
“”(…)Num
extenso editorial intitulado de "atitude desleal", e que já no final
é explicado com alegadas referências na comunicação social portuguesa ao
envolvimento de cidadãos angolanos no caso dos vistos "gold", o
jornal estatal recorda que os empresários nacionais "investiram milhares
de milhões de euros em Portugal nos últimos seis anos".
"Primeiro, por causa dos afetos, depois pelos negócios. E o
investimento em Angola tem uma vertente: ajudar um país irmão a debelar a crise
e superar as dificuldades económicas e financeiras em que está mergulhado.
Noutro sentido, milhares de portugueses procuram também trabalho em Angola.
Todos são bem-vindos, embora alguns se comportem como ocupantes", lê-se.Recorda que os angolanos "investiram em todos os setores da economia portuguesa", que os empresários portugueses "fizeram o mesmo em Angola" e que "ninguém se queixou do ambiente de negócios, das facilidades institucionais, das parcerias constituídas".
"Se alguma coisa corre mal, os problemas resolvem-se nas sedes próprias e nunca na comunicação social angolana", observa. Contudo, referindo-se diretamente a políticos - como João Soares e Francisco Louçã -, ou jornalistas - ao casal José Eduardo Moniz (apelidado de "consultor de telenovelas") e Manuela Moura Guedes -, o Jornal de Angola aborda o peso das críticas portuguesas.
"A situação é de tal forma anómala que até fica a ideia de que quem quiser fazer carreira política em Portugal tem que dizer mal do Presidente de Angola, dos políticos angolanos que fazem parte do partido [MPLA] que venceu as eleições com maioria qualificada, dos nossos empresários, mesmo dos que investem elevadas somas para ajudar Portugal a sair da crise", acrescenta.
Para o Jornal de Angola, em Portugal "chegam ao cúmulo de levantar suspeitas sobre a origem do dinheiro dos angolanos", mas "ninguém quer saber da origem do dinheiro" de investidores de outras nacionalidades. "É uma pura e seletiva perseguição aos interesses angolanos", lê-se, assumindo o jornal que "se há dúvidas quanto à origem das suas fortunas [angolanos], as autoridades competentes que investiguem" e depois "tirem as suas conclusões".
"Mas é inadmissível que todo o cão e gato em Portugal ponham em causa a origem do dinheiro dos empresários angolanos que investem naquele país. É inadmissível que levantem suspeitas sobre investidores angolanos no caso dos vistos 'gold' e, uma vez conhecida a lista dos que investiram em troca desse visto, não está lá nenhum angolano", afirma o diário estatal.
Assume por isso que "os portugueses têm que decidir de uma vez por todas se querem ou não os angolanos como parceiros" e que se Portugal "quer desenvolver a cooperação com Angola, não pode depois haver perseguição a cidadãos angolanos que dão o seu melhor para que os acordos de cooperação em vigor tenham sucesso".
"Atirar com nomes de angolanos para as páginas dos jornais ou dos meios audiovisuais como estando envolvidos em atos ilícitos é uma deslealdade que começa a cansar", avisa o diário. O editorial remata recordando que a empresária Isabel dos Santos, ao entrar na corrida à compra da Portugal Telecom, "foi logo nomeada como a 'filha do Presidente de Angola'".
"Uma atitude deselegante e desrespeitosa que não pode ser admitida. Os outros interessados não têm pai nem mãe. São apenas investidores", observa, ao mesmo tempo que elogia os empresários portugueses Belmiro de Azevedo, Américo Amorim Alexandre dos Santos.
Recordando que o ministro do Interior de Angola, Ângelo Veiga, denunciou na segunda-feira "estrangeiros e partidos políticos angolanos como autores de manobras de destabilização" no país, o jornal diz esperar que a recente visita do presidente da UNITA, Isaías Samakuva, a Lisboa e outros capitais europeias "não tenha sido o princípio da conspiração". "Na vida há limites para tudo, até para a deslealdade", remata.”” – FONTE : NOTÍCIAS AO MINUTO
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Angola entre os 13 países mais vulneráveis ao terrorismo
“”(…) Angola consta na lista dos países que correm o maior risco de serem afetados por ataques terroristas durante os próximos anos, segundo o Índice de Terrorimo Global de 2014, apresentado esta terça-feira, 18, em Londres pelo Instituto para a Economia e Paz (Institute for Economics and Peace IEP), com sede na Austrália.
Outros países africanos incluídos no grupo são Burundi, Mali, República Centro-Africana, Costa do Marfim, Etiópia e Uganda. Os demais são Bangladesh, Irão, Israel, México, Birmânia e Sri Lanka.
O relatório concluiu existir uma forte ligação estatística entre a pobreza e o terrorismo. Outro dado curioso é que muitas pessoas com educação superior e da classe média nos países desenvolvidos estão a unir-se também a grupos terroristas.
Para elaborar o relatório, o Instituto para a Economia e Paz (IEP) considerou vários factores como a ocorrência de execuções extrajudiciais, a falta de direitos políticos das mulheres, a falta de coesão intergrupal ou a instabilidade política.
Angola terá sido incluído no grupo de países em risco devido a outra factor descoberto pelos investigadores: “países que vivem em paz, mas que têm altos níveis de perseguição política e baixos níveis de coesão intergrupal (…) estão em risco de aumentar a actividade terrorista”.
De acordo com o documento o Iraque foi o país mais afectado pelo terrorismo, com 2.492 ataques ano passado que mataram 6.362 pessoas.
Em 2013, 24 países sofreram ataques terroristas que mataram mais de 50 pessoas. Houve 75 países que não experimentaram nenhum ataque terrorista.
O IEP estuda a evolução dos ataques terroristas no mundo desde 2000 e apresentou o seu primeiro Índice de Terrorismo Global em 2012.”” – FONTE : VOA
Kangamba acusa oposição e defende José Eduardo dos Santos
“”(…) O secretário para a Organização
Periférica e Rural de Luanda do MPLA, Bento dos Santos Kangamba, acusou a
oposição de nada fazer para desenvolver as suas estruturas de base,
limitando-se apenas a atacar a figura do chefe de Estado José Eduardo dos
Santos.
Segundo aquele conhecido empresário, a oposição “não tem condições de reclamar porque não consegue nem organizar os seus comités e quer apenas criticar o Estado, MPLA e o seu líder, assim não vamos caminhar bem”
O também general afirmou que a pessoa que mais a oposição critica é o que mais trabalha para o povo angolano. “O camarada Presidente está preocupado com o povo, com aqueles mais do fundo, lá em baixo, fala de agricultar e fala do investimento para as populações lá nas massas, acho que isso é o mais importante”, frisou Kangamba.
“Um qualquer Presidente é aquele que fala para o povo, aquele que fala só sobre nós não interessa, vemos que o camarada Presidente tem feito muito para melhorar as condições dos angolanos, isso sem dúvida”, concluiu o político depois de muito tempo sem falar em público.
Recorde-se que Bento Kangamba tem estado no centro de várias acusações desde posse de dinheiro e transferência ilegal de dinheiro a tráfico de pessoas para prostituição.
Há cerca de um mês a polícia portuguesa apreendeu imóveis e cerca de oito milhões de euros em casa num processo que ainda não chegou aos tribunais.”” – FONTE : VOA
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Publicação Jornal de Angola fala em "ressabiamento" de Portugal
“”(…) Intitulado
de "Forças contra a democracia", o editorial critica nomeadamente a
União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), aludindo às
recentes declarações do presidente do maior partido da oposição, Isaías
Samakuva, que em Lisboa apontou a necessidade de uma nova independência do
país.
"Ameaçar com a 'terceira independência' é insultar os milhões de
angolanos que votaram em todos os atos eleitorais, de 1992 a 2012. Não há pior
intolerância política do que ignorar as ideias, os valores, os sentimentos e as
opções ideológicas ou religiosas dos outros", sublinha o mesmo editorial,
acusando Samakuva de "empurrar angolanos menos informados para um
retrocesso civilizacional"."Angola é independente desde 11 de novembro de 1975. E o povo angolano tem consentido sacrifícios sem nome para preservar essa vitória. Muitos deram a vida para que a Pátria fosse livre. Muitos mais morreram pela sua defesa ao longo dos anos, até 2002 [fim da guerra civil]", escreve o editorial do jornal estatal.
O artigo recorda a luta armada que se seguiu ao período colonial, nomeadamente como "a legião estrangeira constituída por tropas da África do Sul e mercenários, quase todos portugueses, foi derrotada no Ebo". E ainda que em Kifangondo "as tropas de Mobutu e as matilhas de mercenários de várias nacionalidades, capitaneadas pelo coronel 'comando' [português] Santos e Castro, foram derrotadas sem apelo nem agravo".
"Ninguém pode arrancar estas páginas da História com a desculpa da 'reconciliação nacional'", lê-se no editorial.
De acordo com o artigo do Jornal de Angola, "intolerância política é desrespeitar a figura do chefe de Estado" e "acusar o partido que venceu as eleições de fraude", referindo-se ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), liderado por José Eduardo dos Santos, que é também o Presidente angolano desde 1979.
"É uma intolerância tão cega que há muito devia ter merecido uma resposta definitiva e exemplar. Porque os votos que entraram nas urnas são dos angolanos, não dos racistas de Pretória, dos portugueses ressabiados, dos conspiradores de Washington, Paris, Londres, Bruxelas e outras capitais do mundo", refere o editorial.
O artigo termina referindo que "intolerância política é perder as eleições e agir como se as tivessem ganho" e que "quem quer a 'terceira independência' é contra a democracia".
As comemorações do 39.º aniversário da independência de Angola, proclamada pelo primeiro presidente, António Agostinho Neto, a 11 de novembro de 1975, concentram-se este ano na província do Huambo, considerada um bastião da UNITA durante os anos da guerra civil.”” – FONTE : NOTÍCIAS AO MINUTO
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