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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
José Eduardo dos Santos avisa que 2015 será um ano difícil
“”(…) O Presidente angolano José Eduardo dos Santos disse hoje, 29, em Luanda que o ano de 2015 "será difícil" no plano económico por causa da queda significativa do preço do petróleo bruto.
Na sua mensagem de Ano Novo, o chefe de Estado Angolano alertou que "algumas despesas públicas serão reduzidas, como por exemplo os subsídios aos preços dos combustíveis".
"Há projectos que serão adiados e vão ser reforçados o controlo das despesas do Estado e a disciplina e a parcimónia na gestão orçamental e financeira, para que se mantenha a estabilidade. A política de combate à pobreza, no entanto, não será alterada", disse.
Segundo Santos, “os longos anos de conflito desestruturaram por completo a sociedade e levaram à desintegração e desajustamento familiar. É necessário, pois, um grande esforço para voltarmos ao respeito pelos valores e princípios que caracterizavam a sociedade angolana no passado".
O Chefe de Estado destacou ainda a necessidade de se preservar os valores e princípios como o tratamento honroso dos mais velhos, a protecção natural da criança e dos portadores de deficiência, a assistência social, o espírito de solidariedade e entreajuda, a convivência harmoniosa entre vizinhos, o respeito e preservação dos bens comuns, o amor à terra e às suas gentes que tantos dos nossos poetas e escritores enalteceram.
Tudo isso, segundo o Presidente José Eduardo dos Santos, só será possível com a assunção consciente do seu papel nesse processo por parte de cada cidadão, das famílias, da sociedade civil, das igrejas e do Estado. “” – FONTE : VOA
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Eduardo dos Santos Presidente angolano exonera secretários de Estado do Urbanismo
“”(…) Trata-se da exoneração do secretário de Estado do Urbanismo, Francisco da Silva Clemente Júnior, e do secretário de Estado da Juventude, Nhanga Calunga de Assunção.
Num outro despacho, José Eduardo dos Santos nomeou o mesmo Nhanga Calunga de Assunção para liderar a secretaria de Estado do Urbanismo, segundo a mesma informação.
O Executivo angolano totaliza atualmente 90 membros, 35 dos quais são ministros - sendo dois de Estado -, e 55 são secretários de Estado.
Além das duas exonerações governamentais hoje decididas, a Casa Civil informou ainda que o Presidente nomeou, ao abrigo da Constituição e depois de auscultado o Conselho de Segurança Nacional, José Coimbra Baptista Júnior para o cargo de Chefe-Adjunto do Serviço de Inteligência e Segurança do Estado.”” – FONTE : NOTÍCIAS AO MINUTO
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terça-feira, 23 de setembro de 2014
Presidente Luanda poderá ter estatuto diferenciado na administração angolana
“”(…) "No futuro, a cidade capital
poderá vir a ter um estatuto diferenciado, tal como tem Brasília, no Brasil, ou
Washington DC, nos Estados Unidos da América", apontou José Eduardo dos
Santos durante uma reunião com a nova equipa do Governo Provincial de Luanda,
agora liderado por Graciano Francisco Domingos.
"Deste modo, para a província de Luanda preconizamos um modelo de
desconcentração administrativa profunda, através de uma delegação legal de
competências que hoje são atribuídas ao governo provincial e que passam para as
administrações municipais, incluindo o caso específico do município de
Luanda", disse o chefe de Estado angolano.Anunciou ainda que está em elaboração o Plano Diretor Geral Metropolitano de Luanda, a implementar entre 2016 e 2030, abrangendo "todas as vertentes do desenvolvimento económico e social, o ordenamento do território e a mobilidade" da província, cuja elaboração recorrerá à "consulta e concertação entre os organismos públicos e privados e à sociedade civil".
Contudo, disse também, o Executivo não vai esperar por este plano "para começar o processo de reestruturação da Administração Local" em Luanda, nomeadamente na otimização da organização e do funcionamento do governo da província.
Esta reunião com a nova equipa - além do governador foram também nomeados novos administradores municipais -, serviu para transmitir "um conjunto de orientações e decisões" com "vista a melhorar progressivamente a governação da província de Luanda" e os serviços prestados à população, referiu José Eduardo dos Santos.
Face à concentração de população durante o tempo da guerra civil, recordou que aquela província, e a cidade de Luanda em particular, "não estavam preparadas, porque não tinham infraestruturas para acolher um fluxo tão grande de pessoas".
"De cerca de um milhão de pessoas em 1991, Luanda passou a ter mais de cinco milhões em 2002 e hoje já tem mais de sete milhões de habitantes. Na realidade, a cidade de Luanda está a crescer muito rápido e os seus problemas são cada vez maiores e mais complexos", admitiu José Eduardo dos Santos.
O Presidente angolano dirigiu-se diretamente a Graciano Francisco Domingos, alertando-o de que "tem de estar completamente disponível, ter grande capacidade e mesmo qualidades especiais" nas novas funções de governador.
"Por isso decidimos fazer cessar a acumulação do cargo do governador provincial com o de primeiro secretário do Comité Provincial do MPLA [partido no poder, presidido por José Eduardo dos Santos]", anunciou o titular do poder Executivo.
Apontou como "grande desafio" do Governo colocar a funcionar em pleno o "aparelho da administração provincial e das administrações municipais", para superar "o atraso e ajustar o passo da governação ao crescimento da procura dos serviços públicos".
Assim, as administrações municipais vão passar a ter um Programa de Desenvolvimento, um Orçamento e um Programa Municipal de Investimento Público a partir de janeiro de 2015, de acordo com as orientações hoje conhecidas.
Já em outubro o Executivo angolano vai apreciar e aprovar um programa de expansão da rede viária e ferroviária de Luanda, "cuja execução começará imediatamente a seguir", para "permitir melhorar a mobilidade significativamente na zona sul" da província, nomeadamente com um troço de cinco quilómetros de "metro de superfície", na marginal da Corimba.”” – FONTE : NOTÍCIAS AO MINUTO
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terça-feira, 2 de setembro de 2014
"José Eduardo do Santos é historicamente indefensável", diz sociólogo
“”(…) Para Ganga a juventude angolana tem uma grande influência na sociedade para efectuar mudanças sociais no país, por isso deve se abster de actos de corrupção.
“Nós temos de continuar a ser nós mesmo, nós não podemos desistir em nenhum momento porque nós sabemos que a nossa razão é que está correcta. Nós temos que ter um país mais inclusivo, mais próspero com menos corrupção e com maior abertura para as pessoas, nós não podemos tolerar que seja normal que as pessoas se enriqueçam do dia para noite, porque o enriquecimento de um tem mil pessoas a passar mal”, defendeu o sociólogo.
Para o também jornalista, só a juventude poderá salvar esta nação porque, para ele, o presidente José Eduardo dos Santos nada mais tem para dar os angolanos por estar ultrapassado.
“Eu não gosto de falar pessoalmente do presidente Eduardo dos Santos porque historicamente é já indefensável. Ou seja, teve o seu percurso, teve a sua grandeza, é um grande homem, é um gigante no para o nosso país, mas é indefensável, e não é por estar no poder há muito tempo, mas é por não ter soluções para os nossos problemas”, explicou João Paulo Ganga, sociólogo e escritor angolano durante a primeira Conferência Nacional da Juventude realizada em Luanda.”” – FONTE : VOA
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