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sexta-feira, 12 de junho de 2020

OUÇA JÁ A RÁDIO ANGOLA UNIDA (RAU): A 171ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola “ em 11-06-2020.‏


Rádio Angola Unida (RAU): 171º Edição do programa "7 dias de informação em Angola" apresentado no dia 11-06-2020 por Serafim de Oliveira com análises e comentários de Carlos Lopes:

- O Governo angolano gastou 43 mil milhões de kwanzas (64,3 milhões de euros) no combate ao novo coronavírus, que já infetou 92 angolanos, de acordo Relatório das Atividades Realizadas para o Controlo da Pandemia da Covid-19 divulgado hoje. O valor foi revelado no documento apresentado hoje na Assembleia Nacional, pelo ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República. Pedro Sebastião referiu que além deste dinheiro usado para a liquidação de diversas despesas, o Governo recebeu doações em bens materiais, alimentares e valores monetários, avaliados em 4,2 mil milhões de kwanzas (6,2 milhões de euros), 5,5 milhões de dólares (4,8 milhões de euros) e 772,2 mil euros. Segundo o ministro, as doações monetárias foram maioritariamente feitas por bancos e direcionadas em pagamentos efetuados para a compra de equipamentos e material de biossegurança. O relatório indica que a China e o Qatar foram os maiores doadores de bens materiais para o país. O governante angolano frisou que nem tudo decorreu da melhor forma, registaram-se também alguns constrangimentos, nomeadamente na implementação e controlo das medidas, que foram sendo paulatinamente superados.

- Dez polícias angolanos, acusados das mortes de cidadãos angolanos, desde o período do Estado de emergência até à presente data, estão detidos e vão responder criminalmente pelos atos cometidos, anunciou hoje o porta-voz do Ministério do Interior. Segundo Waldemar José, estão abertos inquéritos e decorrem processos disciplinares e criminais, que já foram encaminhados aos magistrados do Ministério Público para a sua responsabilização. Waldemar José disse que não pode ser confundido o comportamento individual dos polícias com a instituição, reforçando que "essas ações não podem ser consideradas como coletivas. "Porque a Polícia Nacional tem mais de 120 mil homens e dez cometeram essas ações de forma isolada, e vão ser devidamente responsabilizados", referiu. O porta-voz do Ministério do Interior admitiu que a polícia é que "infelizmente tem envolvido mais efetivos nas ações que culminaram com morte de cidadãos". Nos últimos tempos, a atuação da polícia tem sido duramente criticada pelos cidadãos, devido às mortes que têm causado entre a população nas suas ações.

- Denúncias de comportamentos que revelam potenciais casos de corrupção podem comprometer os objetivos definidos pelo Governo angolano na implementação do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIN). Em algumas províncias, o programa de iniciativa presidencial já está ser executado, mas são muitas as dúvidas e suspeitas que se levantam quanto à transparência dos projetos que estão a ser atribuídos a diferentes obras de impacto social e económico. De acordo com os dados das autoridades, cerca de 500 projetos inseridos no PIIN, em curso nos 164 municípios do país, registam uma execução física na ordem de 80 por cento. De acordo com fontes governamentais, até ao momento, os projectos já consumiram cerca de 20 mil milhões de kwanzas. O Governo angolano reconhece, no entanto, que a grande preocupação, nesta altura, tem que ver com a execução dos contratos públicos e com a depreciação da moeda nacional. O inspector-chefe da Procuradoria-Geral da República apelou recentemente os cidadãos a denunciar o descaminho do dinheiro atribuído às administrações municipais, no âmbito deste plano. O magistrado do Ministério Público apelou também aos administradores municipais a serem implacáveis com aqueles que continuarem a usar os recursos do Estado destinados a melhorar a vida da população, para fins inconfessos. A sociedade civil em Angola é consensual em apontar as administrações municipais como estando a promover projetos suspeitos, cuja viabilidade não atende os objetivos de desenvolvimento local.

 - Investigação de entidade internacional diz que medidas levadas a cabo pelo governo de João Lourenço não estão a ter efeito "imediato e permanente". É "urgente" a aprovação de nova legislação, aponta o estudo. Um estudo levado a cabo pela Cedesa, uma entidade internacional dedicada ao estudo e investigação de temas políticos e económicos da África Austral, concluiu que o combate à corrupção em Angola, apesar das intenções "muito claras manifestadas pelo Presidente da República, João Lourenço, não está a surtir efeito imediato e permanente". De acordo com o documento, a que a agência Lusa teve acesso, a análise realça também que, do ponto de vista fático, os processos não avançam com celeridade, "nem as práticas corruptas parecem ter sido erradicadas, perdurando como uma realidade na vida do país". "É neste contexto que se torna fundamental proceder a uma modificação estrutural na orgânica e legislação fundamental relativamente ao combate à corrupção", recomenda a pesquisa.A Cedesa propõe que seja criado em Angola um órgão judiciário focado no combate à corrupção e uma nova orgânica judicial própria com a competência de instruir e julgar casos de corrupção e branqueamento de capitais (secções especializadas de tribunais, juízes e lei processual). Sugere ainda a introdução de legislação que preveja a colaboração premiada e a possibilidade de acordos processuais homologados por juízes entre as partes de um caso criminal. Segundo o documento, "estas três medidas são fundamentais para colocar o combate à corrupção no caminho certo". Sobre o órgão judiciário focado no combate à corrupção, a Cedesa recomenda que o mesmo tenha poderes de investigar, revistar, buscar, apreender, escutar, deter, demandar cooperação internacional, entre outros pontos, especializado no combate à corrupção. "Esse órgão centralizaria toda a investigação respeitante aos grandes casos de corrupção e branqueamento de capitais, tendo uma estrutura própria e estatuto igualmente separado dos outros órgãos", especifica o documento, exemplificando com o 'Serious Fraud Office (SFO), do Reino Unido.

RAU – Rádio Angola Unida - Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para Prof.kiluangenyc@yahoo.com.



terça-feira, 4 de novembro de 2014

Portugal no Conselho dos Direitos Humanos da ONU é "bom" para Angola - Georges Chikoti



“”(…)  Em declarações à agência Lusa, o chefe da diplomacia angolana reagia à eleição de Portugal para um mandato de três anos no Conselho de Direitos Humanos (CDH), com 184 dos 186 votos expressos na reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada hoje em Nova Iorque.
"A eleição de Portugal para o Conselho dos Direitos Humanos é importante. Portugal é um país com quem temos parceria em muitas matérias, mas também tem uma grande experiência sobre esta matéria e temos que felicitar Portugal e desejar muito bom trabalho", disse Georges Chikoti.
Segundo o governante angolano, é "bom" ter Portugal no CDH, onde se debatem muitas questões importantes para os Estados-membros.

"Este ano, Angola está a defender o seu UPR [Exame Periódico Universal, em português], em Genebra, e acho que tendo amigos no Conselho dos Direitos Humanos é sempre bom. Acho que Portugal vai fazer bem para Angola", frisou o ministro angolano. “” – FONTE : RTP
LINK :

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Ébola União Africana apela para fim da proibição de viajar



“”(…)  "Mas foi igualmente sublinhado que apesar de a proibição de viajar poder ser levantada, deverá haver mecanismos de supervisão montados, tanto nos países de onde os cidadãos saem, como nos de entrada, seja em aeroportos ou fronteiras terrestres, ou portos de mar", referiu.
O balanço da epidemia de febre hemorrágica Ébola -- que está a alastrar pela África Ocidental, sendo a Libéria, a Guiné-Conacri e a Serra Leoa os países mais atingidos -- ultrapassou os 2.000 mortos, de entre as quase 4.000 pessoas que foram infetadas, segundo a Organização Mundial de Saúde.
Na luta para deter a propagação da doença, alguns países afetados impuseram quarentenas em regiões inteiras, ao passo que outros, que foram até agora poupados ao vírus mortal, cancelaram os voos para os países afetados.

Dlamini-Zuma comunicou ao conselho executivo da organização de 54 membros, que se reuniu na capital etíope, Adis Abeba, a urgente necessidade de "articular uma resposta africana unida, abrangente e coletiva" ao surto epidémico.
A decisão foi tomada no final de uma reunião de emergência de um dia da União Africana sobre o Ébola, realizada quando se elevam as expectativas quanto a uma potencial vacina que previna temporariamente o contágio.
Uma nova vacina testada até agora apenas em macacos forneceu "proteção completa a curto-prazo e parcial a longo-prazo" contra o vírus, indicaram investigadores à revista Nature Medicine.
A responsável da comissão da UA advertiu que, na batalha para deter o alastramento da doença, é necessário "ter cuidado para não introduzir medidas que tenham mais impacto social e económico do que a própria doença".

Com as restrições fronteiriças a impedir o comércio, o preço dos alimentos está a aumentar, apontou, fazendo eco do aviso das Nações Unidas relativamente à grave escassez de alimentos nos países mais atingidos pela doença.
"Devemos instaurar medidas rígidas para deter a propagação da doença, mas temos também de pôr em prática medidas que permitam que a agricultura se mantenha e se apoie os comerciantes", acrescentou Dlamini-Zuma. “” – FONTE : NOTÍCIAS  AO  MINUTO

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Nove feridos em confrontos entre MPLA e Unita no Bié



“”(…)  De acordo  com Paula Odeth, a confusão começou quando elementos da JMPLA destruíram e queimaram um Comité da Unita no bairro Chingumba, no Kwemba, província do Bié.
Desconhece-se ainda a razão do ataque.

Da acção, segundo a denúncia de Paula Odeth, resultou o ferimento de nove elementos da Unita e a prisãode quatro responsáveis do partido do galo negro, incluindo o seu esposo António Francisco, secretário da Unita no município do Kwemba.

"Nesta tal confusão somamos nove feridos graves, destruíram o comité todo e a casa do secretário municipal da Unita no Kwemba, colocaram gasolina e eu, como mãe, com os meus filhos estávamos lá dentro", disse.
Tentamos contactar o primeiro secretario do MPLA no Bié, para ouvirmos a sua versão dos acontecimentos mas não fomos bem sucedidos.”” – FONTE : VOA

domingo, 31 de agosto de 2014

Mulher negra 'desafia' estatística de um para um milhão



“”(…)  Quando Catherine Howarth teve nos braços o seu bebé perguntou ao médico se era a criança certa. Tudo porque esta mulher de origem nigeriana tinha dado à luz uma criança completamente branca. Os médicos dizem que a chance de isto acontecer é de um para um milhão e a mãe disse que o seu mais recente 'rebento' era "um milagre" assim que percebeu que o bebé era seu.
 “Quando vi pela primeira vez o meu pequeno bebé senti pura delícia e fiquei aliviado por ele ser saudável e forte. A cor dele era muito pálida porque o cordão umbilical estava preso em torno do seu pescoço quando nasceu. Mas passadas umas horas começou a ter cor nas bochechas. A Catherine e eu, aí, notámos que ele era muito branco e parecido comigo. Os médicos disseram-nos que era muito raro”, explicou o pai Richard Howarth.
“Os meus pais nasceram na Nigéria e, por quanto eu me lembro, toda a minha família era negra. Mas em alguma altura da nossa existência devemos ter tido um gene caucasiano na nossa família, que permaneceu até agora”, referiu a mãe em tom entusiasmado, citada pelo Mirror.
Pois bem, este é um daqueles episódios em que a vida desafia as determinações matemáticas.”” – FONTE: NOTÍCIAS AO MINUTO