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quarta-feira, 29 de julho de 2015
UIGE Casa-CE e MPLA trocam acusações em torno da intolerancia politica
“”(…) No Uige, o secretario Geral da Juventude Patriótica de Angola, braço juvenil da Casa-CE, Rafael Aguiar acusa o Presidente da Republica de causar a instabilidade no país.
Rafael Aguiar, que falava numa palestra, explicou que o Mpla promove a "intolerância politica para privar os outros angolanos de ecederem os bens sociais relevantes e de não sonharem com o poder político".
O político acrescentou que por causa de “actos de intolerância política, sobretudo no interior do país", as pessoas perdem emprego e morrem.
Outros exemplos, segundo Aguiar, são a “fabricação de golpes de estado; assassinatos e matanças, como o caso de 27 de Maio; assassinato dos crentes toquistas; assassinato de Caçulé e Camuling; ou a prisão e espancamento de ativistas políticos, jornalistas e políticos.”
Para fazer face a isso, Aguiar apela aos jovens a utilizarem todos os mecanismos consagrados na constituição para destronar o regime no poder.
O secretário provincial do MPLA, no Uíge, Paulo Pombolo acusou os partidos políticos na oposição de se envolverem em acções que causam distúrbios nas comunidades.
Pombolo, que falava na 13ª sessão plenária do MPLA que decorreu no município do Maquela do Zombo, acusou os partidos políticos de criarem grupos compostos por criminosos que semeiam pânico no seio das populações.
Diz ele que os adversários políticos optaram por uma nova filosofia, que se traduz na criação de grupos compostos por criminosos, semeiam o pânico nas regiões da província onde realizam as suas actividades políticas, espancando sobas e militantes do nosso partido, e para se autodefenderem colocam acima o discurso da intolerância política. “” – FONTE : VOA
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Violação dos Direitos Humanos em Angola
quarta-feira, 11 de março de 2015
Deputados da UNITA atacados em Benguela
“”(…) Galo Negro diz que
MPLA tem que controlar os seus militantes que acusa de responsabilidade pelo
ataque.
Os parlamentares Pedro Cachtiungo e Daniel Domingos Maluka asseguram que os agressores são militantes do MPLA do município da Ganda.
Quatro pessoas terão ficado feridas nos confrontos, duas delas em estado grave.
O incidente ocorreu, segundo o deputado José Pedro Cachiungo numa das comunas da Ganda em Benguela, depois de uma visita de campo do grupo composto por dois deputados.
"Um grupo bem organizado, trajados a militantes do MPLA barraram a estrada com motorizadas, o carro da polícia que ia à frente de nós parou, nós vimos a barricada também parámos, o comandante da polícia e seus homens dirigiram-se aos motoqueiros do MPLA e fizeram disparos para o ar”, disse.
“Os moços com pedras, paus e catanas gritam que a polícia não mata, ultrapassaram a barricada da polícia e partiram para cima de nós, tivemos que nos escudar e nos defender" acrescentou.
Cachiungo conta que a pancadaria entre militantes seus e do MPLA foi inevitável.
"Uns jovens da JURA que iam connosco saltaram dos carros e entre nós e a barricada que eles fizeram travou-se uma pancadaria lamentável”, disse.
“Soubemos mais tarde que quatro pessoas ficaram feridas, dois deles em estado grave", acrescentou
A direcção da UNITA assegurou que este acto de intolerância vai ser levado à justiça.
"O grupo parlamentar da UNITA vai agir judicialmente”, disse Adalberto Júnior.
“O ambiente de convivência não pode ser posto em causa por actos de bandidagem e irresponsáveis do MPLA que deve controlar os seus membros e provar que não são orientações suas porque a sociedade começa a pensar que são instruções das chefias do MPLA e do executivo", acrescentou
O responsável e deputado da UNITA Adalberto da Costa Júnior que diz já ter contabilizado desde o arranque das jornadas parlamentares da UNITA em Benguela três actos de intolerância por parte do MPLA e do seu executivo.
"O primeiro foi a proibição da publicidade das jornadas parlamentares da UNITA já pagas na rádio Morena, por parte do Comité de Benguela do MPLA, o segundo acto foi a proibição das autoridades tradicionais de participarem do programa das jornadas por parte da Administração municipal de Benguela, e o terceiro mais violento foi a agressão na Ganda aos deputados da UNITA", disse. “” – FONTE : VOA
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sexta-feira, 12 de setembro de 2014
JURA culpa administradora por recente violência no Bié
“”(…) Militantes da JURA no Bié acusaram a administradora do Kuhemba, Ana KapoKolola, de ser responsável pela recente onda violência naquela província em que pelo menos uma pessoa morreu.
Óscar Nicolau dos Reis militante da JURA disse que o seu partido quer que aquela administradora seja levada á justiça pela sua responsabilidade em causar os confrontos que se saldaram também em vários feridos e na destruição de propriedade da UNITA e da casa de um dos seus militantes.
“Não somos malfeitores, somos membros de um partido político,” disse.
A UNITA enviou uma delegação parlamentar aquela provincia para se inteirar da situação.
A situação da intolerância política no país foi uma das questões analisadas no Namibe numa reunião de militantes da ala juvenil da JURA, a ala juvenil da UNITA em que participaram de trezentos jovens, vindos das províncias do centro e sul do país (Bié, Huambo, Kuanza Sul, Benguela, Kuando Kubango, Huila, Cunene e Namibe).
As dificuldades no acesso aos concursos públicos e admissão nas universidades políticas foram de entre outros factores analisados pelos jovens afectos à JURA.
Alguns jovens, sobretudo os do Cuando Cubango, Kuanza Sul, Huila, Huambo e Bié queixaram-se da intolerância politica o mesmo acontecendo no Huambo, disseram jovens da UNITA.”” – FONTE : VOA
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JURA e UNITA denuncia intolerância política em Angola
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
A “LUPA” Nrº 5 - sobre a reconciliação nacional e a intolerância política em Angola.
O tema "A Reconciliação e Unidade Nacional", foi proposto pelo partido CASA-CE e aprovado na última conferência dos presidentes dos grupos parlamentares, tendo decorrido no último debate mensal da 2ª sessão da 3ª legislatura no dia 13 do corrente mês na Assembleia Nacional.
Todos os Deputados que intervieram nessa sessão, manifestaram a sua preocupação pelo tema proposto, que não deve estar alheio a democratização do país e a participação da sociedade no processo da reconciliação e unidade nacional.
Não basta haver a boa vontade política, tem que haver fundamentalmente ações práticas dos políticos neste processo, o que nem sempre acontece em Angola.
O outro «lado da moeda» é a intolerância política, de que se queixam os Partidos Políticos da Oposição Angolana.
Assim, enquanto o discurso político é conciliador, no terreno sucedem-se os atos de prepotência do partido maioritário contra a oposição. Partidos como a CASA-CE e a UNITA denunciaram recentemente atos de violência contra os seus militantes e simpatizantes, em ações políticas nas Províncias, em que muitas vezes as Autoridades Policiais não interferem ou quando o fazem, atuam posicionando-se a favor do «maioritário».
Não é fácil a prática reconciliadora em termos políticos, quando persistem atos violadores dos diversos direitos consagrados na nossa Constituição contra cidadãos indefesos e onde a Oposição não consegue, que sejam discutidas as suas propostas e projetos de Leis na Assembleia Nacional, que não sejam do agrado do MPLA.
Quando o MPLA reconhecer e aceitar, que os Partidos da Oposição têm o Direito de fiscalizar o Executivo Angolano, nos atos que pratica e a legislação que publica e que os cidadãos querem participar no desenvolvimento do país, manifestando o seu acordo ou repudiando as ações do Executivo Central, Provincial e Local, agindo pacificamente conforme as regras estabelecidas na Constituição Angolana, então estaremos unidos num verdadeiro processo inclusivo de reconciliação nacional.
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