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terça-feira, 17 de março de 2015
Residentes do Kilamba querem demissão do administrador
“”(…) Os moradores do Kilamba estão a recolher assinaturas para pedir a demissão do administrador Joaquim Israel Marques no cargo há mais de cinco anos, soube a VOA junto de populares daquela centralidade.
Em causa está a falta de respostas da administração, de acordo com os residentes que, assim como na cidade de Cacuaco, desconhecem a responsabilidade dos administradores.
No Kilamba, por exemplo, as cerca de 32 escolas e quatro unidades policiais encontram-se cercadas de capim e um cheiro estranho perturba os moradores, como conta António Daniel. “Há muito cheiro e esse cheiro não sei se vem da onde, mas há tubos que deitam águas sujas”, denunciou.
As duas vezes em que a cidade acumulou água nas sargetas foi por causa, precisamente, da falta de tratamento do capim, que acabou por fechar as entradas de água das chuvas.
O arquitecto Ilídio Gaio fala da inexistência de valas de drenagem naquela cidade. “O caso do Kilamba é que as entradas ainda não têm estruturas e infelizmente há charcos de águas nas entradas por falta das drenagens”, frisou.
As centralidades do Zango e do Cacuaco também encontram-se sem valas de drenagens, mas os problemas ainda não são visíveis.
A VOA esteve na sede administração para falar com administrador Joaquim Israel Marques, mas negou prestar declarações. “” – FONTE : VOA
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Empresa de Isabel dos Santos gere mal centralidade "Nova Vida"
“”(…) O Governo angolano oficializou a saída da Sonangol Imobiliária e Propriedades (Sonip) da gestão do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação, responsabilidade que passa para a empresa Imogestin para melhorar a sustentabilidade da operação.
A mudança, anunciada em Julho, deveu-se segundo as autoridades, ao facto de o projecto ter-se confrontado com vários problemas na comercialização de apartamentos, nas novas centralidades construídas pelo Estado.
Contudo, a passagem da gestão do programa para a Imogestin pode não resolver os problemas enfrentados antes pela Sonip. Os moradores do Nova Vida, uma urbanização gerida pelo Imogestin, queixam-se, por exemplo, da falta de estradas asfaltadas.
Um decreto presidencial publicado no final de Dezembro, ao qual a Voz da América teve acesso, cessa oficialmente o papel gestor que a empresa pública Sonangol Imobiliária e Propriedades (Sonip), tinha do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação.
A responsabilidade de gestão do programa está agora a cargo da empresaImogestin. A Imogestin tem como sócios maioritários Isabel dos Santos, eLeopoldino Fragoso do Nascimento, figuras ligadas ao núcleo presidencial angolano.
Segundo alguns moradores da urbanização Nova Vida, construída e gerida pela referida empresa, as ruas da centralidade não estão asfaltadas - " infelizmente passamos muitas dificuldades e a Imogestin não resolve” disse à reportagem da VOA o morador Manuel Mendes. Ele acrescentou que o Nova Vida enfrenta vários outros problemas como o fornecimento de água potável e serviços de saneamento básico.
“No tempo de chuva isso fica mal, e mais, nem mesmo agua potável temos como devíamos” disse.
De recordar que de acordo com o decreto que cessou a responsabilidade da Sonip no programa nacional de urbanismo e habitação, esta empresa do universo da petrolífera estatal Sonangol cessa também o seu envolvimento na área da gestão, construção, venda e transmissão de habitações e activos imobiliários que integram o aquele programa.
Estas funções são agora da competência da Imogestin. À Sonip foram dados oito dias para proceder à entrega de toda a documentação e informações na sua posse à nova entidade responsável pelo programa.
À Imogestin caberá agora a responsabilidade de preparar o desenvolvimento dos projectos para as centralidades - cidades com milhares de apartamentos construídas de raiz pelo Estado – como as do Kilamba e de Cacuaco (Luanda).
A Imogestin irá depois anunciar as regras que vão orientar a venda dos apartamentos e das vivendas em fase de conclusão. Por agora estão suspensas as vendas das habitações nas centralidades. “” – FONTE : VOA
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