A comitiva do FpD, constituída pelo seu Presidente, Secretário Geral e demais elementos, ficaram retidos em Cabinda a espera que o espaço aéreo Angolano fosse aberto, ou seja, só quando o Presidente do MPLA chegasse ao seu destino.
Aqui está exemplificado, o que se passa em Angola, em que o partido da situação demonstra aos Angolanos e a Comunidade Internacional, que efectivamente « mandam » e que os outros têm que se submeter. É contra estas situações, que o voto na mudança liderado pela a UNITA pretende acabar, à partir de 5 de Setembro ganhando as Eleições em Angola.
O poder do MPLA nesta campanha eleitoral, não se mede pela quantidade de bandeiras na capital, também se sente na imprensa, nas ofertas e inaugurações de última hora etc. Mas os eleitores já sabem para onde vai o seu voto, e os angolanos têm a esperança de verem uma mudança em Angola, para que possam viver com dignidade e não a «sombra» da opulência da nomenklatura endinheirada.
O oficioso continua «engasgado» com os tempos de antena que os partidos que apostam na mudança vão fazendo. A UNITA é um partido, de e para crioulos, brancos, mistos e negros, conforme o MPLA quis distinguir os Angolanos, quando na Assembleia aprovou a colocação da raça no Bilhete de Identidade. Nesta matéria, o oficioso diário « deu mais um tiro no pé».
O Dr. Jaka Jamba é um distinto representante de Angola na UNESCO, ao contrário daquele senhor estrangeiro, agora com nacionalidade angolana e que está na UNESCO, onde entrou para fugir a justiça Francesa, logo, pela « porta do cavalo ».
Não precisamos destes « falcões»…
O MPLA, que na presente campanha eleitoral está a ser conhecido pelo partido «UM MILHÃO» , porque dizem ter sempre UM MILHÃO nos comícios em Luanda, prometem UM MILHÃO de casas para o POVO, que vê as suas casas a serem demolidas para outros fins, oferecem UM MILHÃO de empregos, mas não dizem como, e enquanto os Centros de Emprego estão vazios e os lugares para trabalhadores nacionais, são ocupados por estrangeiros ( leia-se chineses ), porque não apostam na qualificação profissional da mão de obra angolana, por isso, quando o eleitor houve o MPLA falar no « UM MILHÃO disto e daquilo », já não acredita e pensa logo na mudança.
Neste vigésimo sétimo dia de campanha, os partidos que apostam na mudança têm a esperança de obter um bom resultado eleitoral, especialmente a UNITA que lidera o Programa da Mudança nesta Eleições em Angola, porque os eleitores, sem medo, já sorriem porque sabem, em que programa de governo vão votar, e em que partido: o voto é no 11 -. UNITA, porque é o voto racional.
domingo, 31 de agosto de 2008
sábado, 30 de agosto de 2008
A intolerância política e os Direitos Humanos nas Eleições em Angola
A UNITA denúncia actos de intolerância num comunicado. São relatados em detalhe as ocorrências de intolerância nas Províncias do Huambo, Bié, Cabinda, Luanda, Benguela, Kwanza-Sul, Uíge e Huíla, que preocupam a comunidade internacional e os angolanos em geral.
Neste sentido, a Amnistia Internacional através do director da secção portuguesa, Pedro Krupenski, também manifestou publicamente o seu desassossego por tais factos perturbadores da campanha eleitoral, que penalizaram exclusivamente os partidos concorrentes que se opõem a continuidade do partido da situação.
Na opinião deste responsável a presente conjuntura em Angola não deve, todavia, suscitar excessivo optimismo, visto que, a sociedade angolana tem profundos interesses particulares institucionalizados e clivagens profundas entre ricos e pobres e que a questão dos direitos humanos está dependente da correcção das assimetrias sociais.
Conforme o previsto o Presidente do MPLA deu um pulo a Malange, tendo ficado satisfeito com o desenvolvimento socioeconómico da região ( NOTÁVEL! ) e ofereceu às autoridades tradicionais tractores, motorizadas, bicicletas, electrodomésticos e material didáctico ( o que já se tornou um hábito eleitoralista ). Ainda deu tempo para inaugurar, uma parte da estrada nacional 230, num percurso de 72Km,… não deu para inaugurar a estrada toda,… se calhar, nem se sabe quando será concluída.
Em relação ao comício festa de aniversário do Presidente do MPLA, Bento Bento, mais uma vez, não viu UM MILHÃO de pessoas, mas alguns milhares em Kifica, na comuna de Benfica. Mas com a esperança é a última a morrer, o Primeiro Secretário Provincial de Luanda do MPLA, está confiante que no comício de encerramento na comuna do Kicolo, Município do Cacuaco, vai contar o tão esperado UM MILHÃO de apoiantes do MPLA.
No vigésimo sexto dia nestas Eleições em Angola, todos os Partidos aceleram na recta final com o único objectivo de convencerem os eleitores, que são os melhores para governar em prol da satisfação das necessidades dos Angolanos dignificando a sua vida. E isto não foi feito em 33 anos de (des)governo do MPLA liderado pelo seu Presidente.
A aposta é uma: MUDAR Angola para melhor!
Neste sentido, a Amnistia Internacional através do director da secção portuguesa, Pedro Krupenski, também manifestou publicamente o seu desassossego por tais factos perturbadores da campanha eleitoral, que penalizaram exclusivamente os partidos concorrentes que se opõem a continuidade do partido da situação.
Na opinião deste responsável a presente conjuntura em Angola não deve, todavia, suscitar excessivo optimismo, visto que, a sociedade angolana tem profundos interesses particulares institucionalizados e clivagens profundas entre ricos e pobres e que a questão dos direitos humanos está dependente da correcção das assimetrias sociais.
Conforme o previsto o Presidente do MPLA deu um pulo a Malange, tendo ficado satisfeito com o desenvolvimento socioeconómico da região ( NOTÁVEL! ) e ofereceu às autoridades tradicionais tractores, motorizadas, bicicletas, electrodomésticos e material didáctico ( o que já se tornou um hábito eleitoralista ). Ainda deu tempo para inaugurar, uma parte da estrada nacional 230, num percurso de 72Km,… não deu para inaugurar a estrada toda,… se calhar, nem se sabe quando será concluída.
Em relação ao comício festa de aniversário do Presidente do MPLA, Bento Bento, mais uma vez, não viu UM MILHÃO de pessoas, mas alguns milhares em Kifica, na comuna de Benfica. Mas com a esperança é a última a morrer, o Primeiro Secretário Provincial de Luanda do MPLA, está confiante que no comício de encerramento na comuna do Kicolo, Município do Cacuaco, vai contar o tão esperado UM MILHÃO de apoiantes do MPLA.
No vigésimo sexto dia nestas Eleições em Angola, todos os Partidos aceleram na recta final com o único objectivo de convencerem os eleitores, que são os melhores para governar em prol da satisfação das necessidades dos Angolanos dignificando a sua vida. E isto não foi feito em 33 anos de (des)governo do MPLA liderado pelo seu Presidente.
A aposta é uma: MUDAR Angola para melhor!
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
A UNITA ao ganhar as eleições em Angola será Governo
A análise que um semanário Angolano fez, que se um partido ganhar as eleições, pode não ser « convidado » pelo Presidente da República para governar, é parcialmente correcto. Até pode-se acrescentar, que se o MPLA ganhar com maioria simples ou até perder as Eleições, o Presidente Eduardo dos Santos será sempre tentado a chamá-lo à Governar o País. E é este o cenário que eu vou analisar, porquanto, se os partidos concorrentes a estas Eleições garantirem uma maioria absoluta em número de Deputados eleitos, no seu conjunto, e que permitam uma revisão Constitucional, ou seja, a próxima Assembleia passar a constituinte, podem através da maioria qualificada, exigida pela actual Constituição, alterá-la de forma à que os Poderes do Presidente, do Governo e da própria Assembleia, passando até por uma revisão do papel do Tribunal Constitucional, ser tão profunda, ao ponto de vir a condicionar o papel político do actual Presidente de Angola e do seu Governo minoritário( MPLA ).
É previsível que a UNITA neste momento, já tenha elementos que permitam ser optimista em relação a vitória nestas eleições. Um outro partido que vai « subtrair » milhares de votos ao MPLA, é o FpD pelas razões que todos conhecem e ficará num escalão dos cinco primeiros. O MPLA está muito apreensivo, porque nestas eleições não está em questão se ganha ou não, o que está em questão, é se o próprio Presidente do partido, conseguirá manter a posição política hegemónica que possui actualmente em Angola.
Por isso, se a UNITA ganha as eleições gerais em Angola, e fruto dos acordos políticos que têm efectuado com outras forças políticas, possa permitir a referida maioria absoluta qualificada para uma revisão constitucional, indo ou não para o Governo, seguramente fará uma revisão constitucional, como aliás já foi afirmado durante a campanha eleitoral.
Nesta linha de pensamento, o Presidente da República vai ficar « enfraquecido » e tentará adiar o máximo que poder, as Eleições para a Presidência, enquanto trabalha numa solução política de « segurar o poder » perante uma eventual Assembleia Nacional politicamente adversa.
Neste sentido, não surpreende ninguém em ver o Presidente da República, «nas vestes» de Presidente do MPLA, porque ele assume o seu papel na Campanha em defesa dos interesses do seu partido. Só que é um jogador, que calçou as «chuteiras» ao contrário e a pouco tempo do jogo acabar. Já não vai marcar golo nenhum, porque a diferença com a equipa da MUDANÇA é descomunal, que não há recuperação possível. Ele só vai perceber, com a contagem dos votos!
É assim, que para animar a «malta», foi anunciado pelo MPLA para amanhã um grande comício onde se espera UM MILHÃO de pessoas (… francamente, a uma fixação do MPLA pelo um milhão.. ) que servirá também para dar os parabéns ao Presidente do MPLA pelo 66º aniversário. O espaço já está terraplanado e electrificado ( quantos eleitores na capital ainda aguardam pela « luz » ), vai ter muita animação, e fica em Benfica perto do mercado Kifica. Vai ser o canto do cisne, para o MPLA.
Neste vigésimo quinto dia das Eleições em Angola, vê-se uma oposição ao MPLA crescente, cujo o motor é o programa da Mudança liderado pela UNITA, que caminha a passos largos para a vitória Eleitoral.
É previsível que a UNITA neste momento, já tenha elementos que permitam ser optimista em relação a vitória nestas eleições. Um outro partido que vai « subtrair » milhares de votos ao MPLA, é o FpD pelas razões que todos conhecem e ficará num escalão dos cinco primeiros. O MPLA está muito apreensivo, porque nestas eleições não está em questão se ganha ou não, o que está em questão, é se o próprio Presidente do partido, conseguirá manter a posição política hegemónica que possui actualmente em Angola.
Por isso, se a UNITA ganha as eleições gerais em Angola, e fruto dos acordos políticos que têm efectuado com outras forças políticas, possa permitir a referida maioria absoluta qualificada para uma revisão constitucional, indo ou não para o Governo, seguramente fará uma revisão constitucional, como aliás já foi afirmado durante a campanha eleitoral.
Nesta linha de pensamento, o Presidente da República vai ficar « enfraquecido » e tentará adiar o máximo que poder, as Eleições para a Presidência, enquanto trabalha numa solução política de « segurar o poder » perante uma eventual Assembleia Nacional politicamente adversa.
Neste sentido, não surpreende ninguém em ver o Presidente da República, «nas vestes» de Presidente do MPLA, porque ele assume o seu papel na Campanha em defesa dos interesses do seu partido. Só que é um jogador, que calçou as «chuteiras» ao contrário e a pouco tempo do jogo acabar. Já não vai marcar golo nenhum, porque a diferença com a equipa da MUDANÇA é descomunal, que não há recuperação possível. Ele só vai perceber, com a contagem dos votos!
É assim, que para animar a «malta», foi anunciado pelo MPLA para amanhã um grande comício onde se espera UM MILHÃO de pessoas (… francamente, a uma fixação do MPLA pelo um milhão.. ) que servirá também para dar os parabéns ao Presidente do MPLA pelo 66º aniversário. O espaço já está terraplanado e electrificado ( quantos eleitores na capital ainda aguardam pela « luz » ), vai ter muita animação, e fica em Benfica perto do mercado Kifica. Vai ser o canto do cisne, para o MPLA.
Neste vigésimo quinto dia das Eleições em Angola, vê-se uma oposição ao MPLA crescente, cujo o motor é o programa da Mudança liderado pela UNITA, que caminha a passos largos para a vitória Eleitoral.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Os observadores da UE estão atentos a campanha eleitoral em Angola
A chefe da missão de Observação da EU, Luísa Morgantini, considera que a CNE devia decidir sobre as queixas apresentadas pelos partidos sobre as urnas especiais e a sua «passeata» até as Comissões Provinciais. Pretende-se que este assunto fique clarificado de modo a afastar indícios de «fraude».
Os EUA vão ter observadores ( 20 angolanos e 20 americanos ) nas Províncias do Bengo, Benguela, Luanda, Bié e Huambo e o seu credenciamento foi feito hoje pela CNE. Dan Mozena vai estar pessoalmente no Cazenga e espera que este pleito eleitoral seja um passo em frente para as presidenciais em 2009 e as autárquicas a seguir.
No dia 5 de Setembro os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviço em Luanda vão encerrar, de acordo com uma nota do GPL. No dia 4 e 5 também não pode haver “farras”, nem qualquer tipo de espectáculo cultural, porque os eleitores estão a reflectir.
Festa, festa,… foi no Comício da Matala, onde o Dr. Samakuva garante um Governo de proximidade com os cidadãos, caso a UNITA ganhe as Eleições. O General Gato e a Miraldina Jamba também estiveram presentes nesta acto eleitoral. Hoje a comitiva da UNITA ía estar também no Kuvango, Chipindo e Chicomba
A Província da Huíla, amanhã, recebe a visita do Presidente do MPLA.
No vigésimo quarto dia de eleições em Angola, os partidos aceleram para amanhã, vésperas de fim-de-semana, os eleitores sejam dinamizados com os actos eleitorais, onde se destaca, mais uma vez, o programa da Mudança liderado pela UNITA.
Os EUA vão ter observadores ( 20 angolanos e 20 americanos ) nas Províncias do Bengo, Benguela, Luanda, Bié e Huambo e o seu credenciamento foi feito hoje pela CNE. Dan Mozena vai estar pessoalmente no Cazenga e espera que este pleito eleitoral seja um passo em frente para as presidenciais em 2009 e as autárquicas a seguir.
No dia 5 de Setembro os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviço em Luanda vão encerrar, de acordo com uma nota do GPL. No dia 4 e 5 também não pode haver “farras”, nem qualquer tipo de espectáculo cultural, porque os eleitores estão a reflectir.
Festa, festa,… foi no Comício da Matala, onde o Dr. Samakuva garante um Governo de proximidade com os cidadãos, caso a UNITA ganhe as Eleições. O General Gato e a Miraldina Jamba também estiveram presentes nesta acto eleitoral. Hoje a comitiva da UNITA ía estar também no Kuvango, Chipindo e Chicomba
A Província da Huíla, amanhã, recebe a visita do Presidente do MPLA.
No vigésimo quarto dia de eleições em Angola, os partidos aceleram para amanhã, vésperas de fim-de-semana, os eleitores sejam dinamizados com os actos eleitorais, onde se destaca, mais uma vez, o programa da Mudança liderado pela UNITA.
Mais partidos aderem ao programa da Mudança da UNITA nestas Eleições em Angola
Os partidos PAUD, PADDA,PPDLA, UNDP e APIDA, que integram o Conselho Político da Oposição ( CPO ), manifestaram-se a favor da MUDANÇA, num acto presenciado pela imprensa.
A UNITA soma e segue!!!
Infelizmente o Secretário Provincial da UNITA, Vitorino Nhany, denunciou actos de intolerância política praticados no fim de semana passado, que feriram oito militantes da UNITA. Estes actos ocorreram quando uma caravana foi apedrejada quando se deslocava para a comuna da Macamombolo no Município do Balombo, Curiosamente o Comando Provincial da Polícia de Benguela, para além de confirmar a ocorrência, já concluiu que tratou-se de um motim levantado pela população sem motivação política. Seja como for, com motim o sem motim, compete a Polícia registar e averiguar as ocorrências, identificando os mentores das mesmas e encaminhar o inquérito para as instâncias competentes.
A Polícia deve tomar as medidas mais convenientes, para que não ocorram situações destas. Por muita paciência que se solicite aos partidos, estes tem que ter um clima de paz, para fazer chegar a sua mensagem ao eleitorado.
E por falar em Polícia ( no dia das eleições o polícia eleitoral, ordena a fila de eleitores e manda entrar o primeiro eleitor…); ficou-se a conhecer pelo CNE, os passos que os eleitores devem dar para votar, que passo a citar: « Depois de entrar na assembleia de voto, o cidadão entrega o Cartão de Eleitor ao presidente da mesa de voto, que lê em voz alta o número e o nome do eleitor. O secretário de mesa confirma a inscrição do eleitor no caderno de registo eleitoral. Os delegados de lista e os observadores acompanham a verificação. O presidente da mesa dá ao eleitor o boletim de voto e indica-lhe a cabine de votação. O eleitor vai para a cabine, vê o boletim com calma, procura o número, o nome e a bandeira do partido em que quer votar e no quadrado em branco coloca uma cruz. Já na presença do presidente da mesa, o eleitor coloca o seu voto na urna. Em seguida, o presidente da mesa devolve o Cartão de Eleitor, porque ele vai servir para todas as eleições em Angola. Já com o Cartão de Eleitor guardado, o cidadão mergulha o dedo indicador direito num frasco de tinta indelével, que é prova de que votou. Finalmente, o eleitor retira-se da assembleia de voto.»
É proibido permanecer no local de votação.
O relatório Económico Angola 2007, do Centro de Estudos de Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, merece-me todo o respeito, mas não estou de acordo, quando afirma, que o crescimento económico do país pode ser ameaçado caso a oposição “ impreparada”, suba ao poder nas eleições de 5 de Setembro. Como se sabe, a corrupção é o maior entrave que temos ao desenvolvimento sustentável em Angola e o crescimento económico é uma das componentes deste desenvolvimento que os governos querem aplicar em qualquer país, nas circunstâncias de Angola. Mas quando a OCDE, o BM e outros relatórios económicos, falam de um abrandamento no crescimento económico em Angola, isso deve-se a outros factores, que não tem nada a ver, com a circunstância das Eleições em Angola, que é um processo de legitimação política, que passará, nomeadamente, pela Eleição do Presidente da República. Um dos factores, é o limite da OPEP, dos dois milhões de barris de petróleo por dia, que Angola espera alcançar no espaço de um mês e que vai condicionar, em termos orçamentais, os recursos financeiros de uma economia que tem crescido na base do petróleo. Foi a política errada de não ter apoiado mais a produção industrial, fora do petróleo, e que nos próximos anos terá que crescer muito mais, para de alguma forma manter níveis de crescimento da economia que atraia o investimento estrangeiro.
O programa da mudança da UNITA é racional, estrategicamente bem planificado, apoia com meios financeiros a educação e a formação profissional do angolano, e a governação do país coma orientação da UNITA, contará com todos aqueles que terão competência técnica para gerir o bem comum em prol do povo que os elegeu.
No vigésimo terceiro dia das eleições em Angola, o programa da Mudança está na boca dos eleitores, o que é uma esperança para a UNITA ao acreditar na vitória, após uma campanha, que vai encerrar de hoje a oito dias. É com grande ânimo que as caravanas da Mudança percorrem o país, apedrejadas ou não, por aqueles que querem pela força calar a mensagem. Avante companheiros, a vitória está ao nossa alcance!
A UNITA soma e segue!!!
Infelizmente o Secretário Provincial da UNITA, Vitorino Nhany, denunciou actos de intolerância política praticados no fim de semana passado, que feriram oito militantes da UNITA. Estes actos ocorreram quando uma caravana foi apedrejada quando se deslocava para a comuna da Macamombolo no Município do Balombo, Curiosamente o Comando Provincial da Polícia de Benguela, para além de confirmar a ocorrência, já concluiu que tratou-se de um motim levantado pela população sem motivação política. Seja como for, com motim o sem motim, compete a Polícia registar e averiguar as ocorrências, identificando os mentores das mesmas e encaminhar o inquérito para as instâncias competentes.
A Polícia deve tomar as medidas mais convenientes, para que não ocorram situações destas. Por muita paciência que se solicite aos partidos, estes tem que ter um clima de paz, para fazer chegar a sua mensagem ao eleitorado.
E por falar em Polícia ( no dia das eleições o polícia eleitoral, ordena a fila de eleitores e manda entrar o primeiro eleitor…); ficou-se a conhecer pelo CNE, os passos que os eleitores devem dar para votar, que passo a citar: « Depois de entrar na assembleia de voto, o cidadão entrega o Cartão de Eleitor ao presidente da mesa de voto, que lê em voz alta o número e o nome do eleitor. O secretário de mesa confirma a inscrição do eleitor no caderno de registo eleitoral. Os delegados de lista e os observadores acompanham a verificação. O presidente da mesa dá ao eleitor o boletim de voto e indica-lhe a cabine de votação. O eleitor vai para a cabine, vê o boletim com calma, procura o número, o nome e a bandeira do partido em que quer votar e no quadrado em branco coloca uma cruz. Já na presença do presidente da mesa, o eleitor coloca o seu voto na urna. Em seguida, o presidente da mesa devolve o Cartão de Eleitor, porque ele vai servir para todas as eleições em Angola. Já com o Cartão de Eleitor guardado, o cidadão mergulha o dedo indicador direito num frasco de tinta indelével, que é prova de que votou. Finalmente, o eleitor retira-se da assembleia de voto.»
É proibido permanecer no local de votação.
O relatório Económico Angola 2007, do Centro de Estudos de Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, merece-me todo o respeito, mas não estou de acordo, quando afirma, que o crescimento económico do país pode ser ameaçado caso a oposição “ impreparada”, suba ao poder nas eleições de 5 de Setembro. Como se sabe, a corrupção é o maior entrave que temos ao desenvolvimento sustentável em Angola e o crescimento económico é uma das componentes deste desenvolvimento que os governos querem aplicar em qualquer país, nas circunstâncias de Angola. Mas quando a OCDE, o BM e outros relatórios económicos, falam de um abrandamento no crescimento económico em Angola, isso deve-se a outros factores, que não tem nada a ver, com a circunstância das Eleições em Angola, que é um processo de legitimação política, que passará, nomeadamente, pela Eleição do Presidente da República. Um dos factores, é o limite da OPEP, dos dois milhões de barris de petróleo por dia, que Angola espera alcançar no espaço de um mês e que vai condicionar, em termos orçamentais, os recursos financeiros de uma economia que tem crescido na base do petróleo. Foi a política errada de não ter apoiado mais a produção industrial, fora do petróleo, e que nos próximos anos terá que crescer muito mais, para de alguma forma manter níveis de crescimento da economia que atraia o investimento estrangeiro.
O programa da mudança da UNITA é racional, estrategicamente bem planificado, apoia com meios financeiros a educação e a formação profissional do angolano, e a governação do país coma orientação da UNITA, contará com todos aqueles que terão competência técnica para gerir o bem comum em prol do povo que os elegeu.
No vigésimo terceiro dia das eleições em Angola, o programa da Mudança está na boca dos eleitores, o que é uma esperança para a UNITA ao acreditar na vitória, após uma campanha, que vai encerrar de hoje a oito dias. É com grande ânimo que as caravanas da Mudança percorrem o país, apedrejadas ou não, por aqueles que querem pela força calar a mensagem. Avante companheiros, a vitória está ao nossa alcance!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
A UNITA não quer «passeatas» das urnas especiais nestas Eleições em Angola
Os partidos concorrentes, UNITA, FpD, PDP-ANA e FNLA, são contra a deslocação das urnas especiais para posterior contagem pela Comissão Provincial Eleitoral.
Num Comunicado, a UNITA através do SG Numa, afirma que a deslocação das urnas, sem prévio apuramento no local de votação, não garante transparência. Os citados partidos exigem que o apuramento seja feito no local da votação, devendo as Comissões locais de Eleições delegar as devidas competências às mesas de voto e utilizando o sistema PDF.
Os referidos partidos solicitam ao CNE um instrutivo para os membros das mesas de voto « que impeçam todo o tipo de votação ilícita, definindo os limites da situação em causa».
Os partidos signatários, aproveitam para alertar o CNE, que os cartazes da educação cívica utilizam figuras destacadas e afectas ao partido no poder, exigem a auditoria prévia do Centro de Escrutínio de Talatona em Luanda e denunciam a parcialidade dos órgãos de Comunicação Social afectos ao Estado, por alegada colagem ao partido no poder.
O CNE clarificou hoje em Luanda, que os delegados de lista das assembleias de voto devem evitar a interferência no processo de votação. A sua missão é constatar o andamento do processo de votação e informar as reclamações fora da Lei Eleitoral.
Os Delegados enquanto representantes dos partidos e coligações, devem assistir a contagem dos votos nas respectivas Assembleias e a elaboração das actas.
Como não podia deixar de ser, terei que fazer um breve comentário aquilo que foi escrito no oficioso Jornal de Angola contra a UNITA. É bandeira de honra da UNITA, a luta contra a corrupção endémica em Angola e recuperar os projectos apresentados na Assembleia Nacional e que foram para a gaveta. Aquilo que recebeu do Orçamento Geral do Estado, a título de subvenção pelo número de Deputados que tinha, é um valor transparente.
O que os Angolanos não sabem, são outros valores, como os bónus do petróleo, o diferencial entre o valor fixado em termos orçamentais e o valor real do barril de petróleo no mercado internacional e o seu destino.
Em matéria de transparência, o partido da situação na Assembleia nacional, fechou os olhos, tapou os ouvidos e calou-se, em relação aos «projectos quentes» dos partidos da oposição e como tinha a maioria absoluta (algo que os eleitores não lhes vão dar no dia 5 de Setembro), vetava os ditos projectos e «chutava para canto», algo que o Governo agradecia.
O oficioso devia ter vergonha em escrever sobre KAPANDA, o maior « elefante branco» de Angola, um «saco roto» de biliões de USD, que a seis anos para cá, o governo garante aos angolanos que « a potência eléctrica » está a chegar a Luanda e é o que se vê,… os seja, a escuridão subsiste.
A justificação da guerra, para «driblar» o povo, das suas incompetências e a falta de vontade de resolver os problemas básicos das populações, como o saneamento, acesso a água potável e luz, o lixo por todo o lado, o trânsito caótico, as milhares de crianças que ficam fora do sistema escolar, ano após ano,… já foi « chão que deu uvas e que agora secou».
É por isso, que o oficioso tem sido a maior ajuda de campanha para a MUDANÇA, porque escreve para o seu « umbigo » e aviva a memória dos eleitores para as desgraças que têm vivido e que os leva a votarem no 11 – UNITA!!!
Na senda da vitória continua o Dr. Samakuva, que hoje está na Província da Huíla, Município do Kuvango, apresentando o programa do governação e o manifesto eleitoral da Mudança, que é aquilo que o eleitor mais quer ouvir. O Presidente da UNITA irá visitar os Municípios da Jamba, matala, Quipungo, Chicomba, Caconda, Caluquembe e Lubango.
O Presidente da República foi hoje para Huambo, mas as 17h, já estava em Luanda, porque não prescinde das mordomias do seu palácio, nem que seja por uma noite. Nesta passagem relâmpago, ofereceu tractores com alfaias agrícolas, motorizadas, bicicletas e electrodomésticos às autoridades tradicionais dos 11 Municípios da Província, tendo entregue pessoalmente as chaves dos tractores aos onze sobas de cada Município.
Por certo, os Sobas agradeceram e ficaram a pensar, como é que foram tratados a uns anos atrás, no quadro do MPLA marxista, que não reconhecia a autoridade tradicional, os seus costumes, usos e direito consuetudinário. Mas no dia 5 de Setembro, estes mais velhos de « boa memória », saberão votar na MUDANÇA.
Sua Excelência o Sr. Presidente da República também inaugurou a EN-120 Huambo, Luanda que passa pelo Alto Hama/Wakukungo, numa extensão de 600Km; a estrada Sawilala/Bailundo com 38 Km, onde o Governo gastou mais de 25 Milhões e 630 Mil USD (… vejam bem, a quanto saiu o Km…). A rede de estradas do Huambo é constituída por 1 Milhão e 96 Mil Km ( ainda está muito por fazer ).
Em menos de 15 dias também visitou as Províncias de Lunda Sul e Benguela ( só faltam 15 Províncias para visitar, mas como o processo eleitoral está no fim, vai ter que seleccionar muito bem as próximas visitas, onde o MPLA está com mais dificuldades de implantação eleitoral).
A organização cívica não governamental, PNASCAE, recrutou 2.500 observadores para fiscalizar o pleito de 5 de Setembro, que serão distribuídos pelas 18 Províncias de Angola.
Neste vigésimo segundo dia de campanha eleitoral, o Líder da UNITA destaca-se ao conseguir passar a mensagem da MUDANÇA ao Eleitorado, privilegiando a Angola profunda, sem recurso a ofertas materiais, ao contrário do Presidente do MPLA, que chega, oferece, discursa e parte para Luanda, numa política da continuação, que o povo Angolano já conhece e quer mudar.
Num Comunicado, a UNITA através do SG Numa, afirma que a deslocação das urnas, sem prévio apuramento no local de votação, não garante transparência. Os citados partidos exigem que o apuramento seja feito no local da votação, devendo as Comissões locais de Eleições delegar as devidas competências às mesas de voto e utilizando o sistema PDF.
Os referidos partidos solicitam ao CNE um instrutivo para os membros das mesas de voto « que impeçam todo o tipo de votação ilícita, definindo os limites da situação em causa».
Os partidos signatários, aproveitam para alertar o CNE, que os cartazes da educação cívica utilizam figuras destacadas e afectas ao partido no poder, exigem a auditoria prévia do Centro de Escrutínio de Talatona em Luanda e denunciam a parcialidade dos órgãos de Comunicação Social afectos ao Estado, por alegada colagem ao partido no poder.
O CNE clarificou hoje em Luanda, que os delegados de lista das assembleias de voto devem evitar a interferência no processo de votação. A sua missão é constatar o andamento do processo de votação e informar as reclamações fora da Lei Eleitoral.
Os Delegados enquanto representantes dos partidos e coligações, devem assistir a contagem dos votos nas respectivas Assembleias e a elaboração das actas.
Como não podia deixar de ser, terei que fazer um breve comentário aquilo que foi escrito no oficioso Jornal de Angola contra a UNITA. É bandeira de honra da UNITA, a luta contra a corrupção endémica em Angola e recuperar os projectos apresentados na Assembleia Nacional e que foram para a gaveta. Aquilo que recebeu do Orçamento Geral do Estado, a título de subvenção pelo número de Deputados que tinha, é um valor transparente.
O que os Angolanos não sabem, são outros valores, como os bónus do petróleo, o diferencial entre o valor fixado em termos orçamentais e o valor real do barril de petróleo no mercado internacional e o seu destino.
Em matéria de transparência, o partido da situação na Assembleia nacional, fechou os olhos, tapou os ouvidos e calou-se, em relação aos «projectos quentes» dos partidos da oposição e como tinha a maioria absoluta (algo que os eleitores não lhes vão dar no dia 5 de Setembro), vetava os ditos projectos e «chutava para canto», algo que o Governo agradecia.
O oficioso devia ter vergonha em escrever sobre KAPANDA, o maior « elefante branco» de Angola, um «saco roto» de biliões de USD, que a seis anos para cá, o governo garante aos angolanos que « a potência eléctrica » está a chegar a Luanda e é o que se vê,… os seja, a escuridão subsiste.
A justificação da guerra, para «driblar» o povo, das suas incompetências e a falta de vontade de resolver os problemas básicos das populações, como o saneamento, acesso a água potável e luz, o lixo por todo o lado, o trânsito caótico, as milhares de crianças que ficam fora do sistema escolar, ano após ano,… já foi « chão que deu uvas e que agora secou».
É por isso, que o oficioso tem sido a maior ajuda de campanha para a MUDANÇA, porque escreve para o seu « umbigo » e aviva a memória dos eleitores para as desgraças que têm vivido e que os leva a votarem no 11 – UNITA!!!
Na senda da vitória continua o Dr. Samakuva, que hoje está na Província da Huíla, Município do Kuvango, apresentando o programa do governação e o manifesto eleitoral da Mudança, que é aquilo que o eleitor mais quer ouvir. O Presidente da UNITA irá visitar os Municípios da Jamba, matala, Quipungo, Chicomba, Caconda, Caluquembe e Lubango.
O Presidente da República foi hoje para Huambo, mas as 17h, já estava em Luanda, porque não prescinde das mordomias do seu palácio, nem que seja por uma noite. Nesta passagem relâmpago, ofereceu tractores com alfaias agrícolas, motorizadas, bicicletas e electrodomésticos às autoridades tradicionais dos 11 Municípios da Província, tendo entregue pessoalmente as chaves dos tractores aos onze sobas de cada Município.
Por certo, os Sobas agradeceram e ficaram a pensar, como é que foram tratados a uns anos atrás, no quadro do MPLA marxista, que não reconhecia a autoridade tradicional, os seus costumes, usos e direito consuetudinário. Mas no dia 5 de Setembro, estes mais velhos de « boa memória », saberão votar na MUDANÇA.
Sua Excelência o Sr. Presidente da República também inaugurou a EN-120 Huambo, Luanda que passa pelo Alto Hama/Wakukungo, numa extensão de 600Km; a estrada Sawilala/Bailundo com 38 Km, onde o Governo gastou mais de 25 Milhões e 630 Mil USD (… vejam bem, a quanto saiu o Km…). A rede de estradas do Huambo é constituída por 1 Milhão e 96 Mil Km ( ainda está muito por fazer ).
Em menos de 15 dias também visitou as Províncias de Lunda Sul e Benguela ( só faltam 15 Províncias para visitar, mas como o processo eleitoral está no fim, vai ter que seleccionar muito bem as próximas visitas, onde o MPLA está com mais dificuldades de implantação eleitoral).
A organização cívica não governamental, PNASCAE, recrutou 2.500 observadores para fiscalizar o pleito de 5 de Setembro, que serão distribuídos pelas 18 Províncias de Angola.
Neste vigésimo segundo dia de campanha eleitoral, o Líder da UNITA destaca-se ao conseguir passar a mensagem da MUDANÇA ao Eleitorado, privilegiando a Angola profunda, sem recurso a ofertas materiais, ao contrário do Presidente do MPLA, que chega, oferece, discursa e parte para Luanda, numa política da continuação, que o povo Angolano já conhece e quer mudar.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
A UNITA pratica a Democracia e aposta com os Angolanos na MUDANÇA
A UNITA foi o primeiro partido em Angola a fazer eleições em Congresso para a eleger o seu Presidente, com três candidatos e repetiu a proeza em 2007 de acordo com os seus estatutos. Ao MPLA, a UNITA dá « lições » de democracia interna e é um dos poucos partidos habilitado a garantir aos Angolanos, um regime Democrático num Estado de Direito. O « resto » é “ conversa fiada “ do oficioso do partido da situação!
O acordo de PAZ de Luena, rubricado em Luanda a 4 de Abril de 2002, na sequência do Protocolo de Lusaka, salvaguardou os direitos legítimos da UNITA, enquanto maior partido da oposição e que está a cumprir, fazendo parte do GURN. Quem está em falta é o MPLA, que até a data não deu seguimento a muitos dos compromissos acordados no acordo de PAZ, como é do conhecimento geral.
O Programa eleitoral da UNITA já é conhecido por uma grande parte dos eleitores e dos jornalistas nacionais e estrangeiros, pelo que, não é o oficioso Jornal de Angola, que conseguirá « lançar poeira e confusão » nos eleitores, porque estes sabem, qual é a linha de orientação que o dito jornal segue desde sempre.
Um dos fracassos mais retumbantes do MPLA foi a sua Agenda de Consenso, que ficou com quem a fez, não tendo eco no país e que o eleitor não faz a mínima ideia do que se trata. É uma cartilha futurista sem futuro nenhum!
A História de Angola que vai ser reconstruída e o Sistema Democrático que vai ser implantado no país, porque aquilo que hoje temos é uma «democracia musculada» do partido da situação, devem muito a luta heróica de um Homem, que morreu em combate junto aos seus Homens, recusando a vida fácil e preferindo auscultar as necessidades básicas do povo que vive na Angola profunda, e ainda é lembrado por isso, dentro e fora do partido, como o líder carismático e fundador da UNITA, que contribuiu para a queda do partido único, vergando-o ao multipartidarismo e a lei Fundamental ( que a UNITA irá alterar para melhorar o nosso regime político ) que vigora no país.
Nestas eleições, os eleitores só têm um projecto que lhes garanta no futuro uma vida digna, é o Programa da Mudança! Esta mensagem chave, bate as obras de fachada, as inaugurações de última hora, de um MPLA absolutamente desesperado, a lutar contra o tempo e não conseguindo junto ao eleitorado, convencê-lo que foi e é capaz, de fazer mais e melhor. A ideia de « mudar para melhor » é mais fácil de passar, do que aquela que o partido da situação quer impor aos angolanos, porque é poder, porque tem os meios materiais e financeiros, mas que agora está « gasto e cansado » e só lhe resta arrumar as «chuteiras» e deixar o jogo para aqueles que o querem jogar com transparência, seriedade e em prol do Povo Angolano.
Os setentas jornalistas estrangeiros que pediram o credenciamento junto ao CNE, vão constatar a vontade de mudança que os eleitores vão demonstrar no dia 5 de Setembro, ao votar no 11 – UNITA! Espera-se, que tenham as mesmas condições de trabalho que os jornalistas Nacionais e liberdade de circulação, sem qualquer tipo de pressão ou descriminação.
No vigésimo primeiro dia das eleições em Angola, o eleitorado procura mais informação, sendo mais receptivo, já não tem tanto receio em manifestar-se a favor da mudança, o que está a deixar o partido da situação, «a beira de um ataque de nervos» e frustrado porque não consegue travar o ânimo dos adeptos da Mudança.
O acordo de PAZ de Luena, rubricado em Luanda a 4 de Abril de 2002, na sequência do Protocolo de Lusaka, salvaguardou os direitos legítimos da UNITA, enquanto maior partido da oposição e que está a cumprir, fazendo parte do GURN. Quem está em falta é o MPLA, que até a data não deu seguimento a muitos dos compromissos acordados no acordo de PAZ, como é do conhecimento geral.
O Programa eleitoral da UNITA já é conhecido por uma grande parte dos eleitores e dos jornalistas nacionais e estrangeiros, pelo que, não é o oficioso Jornal de Angola, que conseguirá « lançar poeira e confusão » nos eleitores, porque estes sabem, qual é a linha de orientação que o dito jornal segue desde sempre.
Um dos fracassos mais retumbantes do MPLA foi a sua Agenda de Consenso, que ficou com quem a fez, não tendo eco no país e que o eleitor não faz a mínima ideia do que se trata. É uma cartilha futurista sem futuro nenhum!
A História de Angola que vai ser reconstruída e o Sistema Democrático que vai ser implantado no país, porque aquilo que hoje temos é uma «democracia musculada» do partido da situação, devem muito a luta heróica de um Homem, que morreu em combate junto aos seus Homens, recusando a vida fácil e preferindo auscultar as necessidades básicas do povo que vive na Angola profunda, e ainda é lembrado por isso, dentro e fora do partido, como o líder carismático e fundador da UNITA, que contribuiu para a queda do partido único, vergando-o ao multipartidarismo e a lei Fundamental ( que a UNITA irá alterar para melhorar o nosso regime político ) que vigora no país.
Nestas eleições, os eleitores só têm um projecto que lhes garanta no futuro uma vida digna, é o Programa da Mudança! Esta mensagem chave, bate as obras de fachada, as inaugurações de última hora, de um MPLA absolutamente desesperado, a lutar contra o tempo e não conseguindo junto ao eleitorado, convencê-lo que foi e é capaz, de fazer mais e melhor. A ideia de « mudar para melhor » é mais fácil de passar, do que aquela que o partido da situação quer impor aos angolanos, porque é poder, porque tem os meios materiais e financeiros, mas que agora está « gasto e cansado » e só lhe resta arrumar as «chuteiras» e deixar o jogo para aqueles que o querem jogar com transparência, seriedade e em prol do Povo Angolano.
Os setentas jornalistas estrangeiros que pediram o credenciamento junto ao CNE, vão constatar a vontade de mudança que os eleitores vão demonstrar no dia 5 de Setembro, ao votar no 11 – UNITA! Espera-se, que tenham as mesmas condições de trabalho que os jornalistas Nacionais e liberdade de circulação, sem qualquer tipo de pressão ou descriminação.
No vigésimo primeiro dia das eleições em Angola, o eleitorado procura mais informação, sendo mais receptivo, já não tem tanto receio em manifestar-se a favor da mudança, o que está a deixar o partido da situação, «a beira de um ataque de nervos» e frustrado porque não consegue travar o ânimo dos adeptos da Mudança.
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