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sábado, 27 de dezembro de 2014

NÃO DEIXE DE OUVIR A ÚLTIMA EDIÇÃO DE 2014 - Radio Angola a 12ª Edição do Resumo Semanal das Noticias sobre Angola



A 12ª Edição da Revista semanal da Rádio Angola foi apresentada no dia 26 de Dezembro por Carlos Lopes e Serafim de Oliveira. Foram abordados os seguintes tópicos de destaque:

1 – A descida das receitas petrolíferas e o aumento dos combustíveis.
2 – O aumento dos sinistros automóvel e atropelamentos e a prevenção rodoviária e assistência médica nos locais dos acidentes.
3 – O incumprimento no pagamento de vencimentos pelos empregadores públicos e privados e a falta de fiscalização pelo Executivo Angolano.
4 – Adiamento do julgamento dos assassinos de Cassule e Kamulingue para 2015 e a violação dos Direitos Humanos.
5 – O Natal da maioria dos Angolanos

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para info@friendsofangola.org. A Rádio Angola – uma rádio sem fronteiras – é um dos projectos da Friends of Angola, onde as suas opiniões e sugestões são validas e respeitadas!

PARA OUVIR CLIK NESTE LINK : http://www.blogtalkradio.com/radioangola/2014/12/26/radio-angola-12-edio-do-resumo-semanal-das-noticias-sobre-angola

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Receita angolana com exportação de petróleo caiu



 “(…)  A informação, compilada hoje pela Lusa, resulta de dados disponibilizados pelo Ministério das Finanças angolano referentes às receitas ordinárias do setor petrolífero entre janeiro e novembro, tendo em conta a taxa de câmbio atual.
Em onze meses, Angola exportou 548,6 milhões de barris de petróleo, número que contrasta com os 579,3 milhões do mesmo período de 2013, que então representou mais de 3 biliões de kwanzas (23,9 mil milhões de euros, à taxa de câmbio atual) em receitas fiscais.
Em contrapartida, entre janeiro e novembro, de acordo com os mesmos dados, Angola arrecadou 2,6 biliões de kwanzas (21,5 mil milhões de euros) com o petróleo.
Além da quebra da produção, essencialmente no primeiro semestre, a diminuição das receitas é justificada igualmente com a redução do preço internacional do barril de crude.

Em setembro de 2013 o petróleo exportado por Angola chegou a ultrapassar os 110 dólares por barril, cotação que tem vindo a descer consecutivamente desde o último verão.
Esta evolução no mercado internacional levou o executivo angolano a rever algumas metas para 2015, através do próximo Orçamento Geral do Estado (OGE), que prevê um défice orçamental de 7,6% do Produto Interno Bruto (PIB), apesar de um crescimento da economia nacional de 9,7%.
O Governo angolano explica este desempenho com a incerteza na cotação internacional do preço de crude, estabelecendo 81 dólares por barril de petróleo como valor de referência na exportação, contra os 98 dólares inscritos no OGE de 2014.
Este valor serve de base ao cálculo das receitas fiscais petrolíferas, que em 2015 deverão render ao Estado 2,551 biliões de kwanzas (20.475 milhões de euros).”” – FONTE : NOTÍCIAS  AO  MINUTO

Polícia regista 13 mortos por acidentes nas últimas 24 horas

“(…)  Os dados foram apresentados pelo coordenador do posto de comando do asseguramento da quadra festiva, comissário chefe Paulo de Almeida, igualmente segundo comandante geral da Polícia Nacional de Angola.
Segundo Paulo de Almeida, as províncias do Moxico, leste de Angola, lidera a lista com 11 casos, seguida de Luanda com oito casos, Huambo com oito casos e Benguela com sete casos.
Os atropelamentos causaram o maior número de mortes, com um total de sete dos 28 casos registados e ainda 22 feridos.
O coordenador destacou ainda no balanço sobre a sinistralidade rodoviária a notificação de 15 colisões, entre veículos automóveis, com o resultado de dois mortos e 25 feridos, os choques entre veículos e velocípedes, com um morto e 23 feridos, cinco choques contra obstáculos fixos, com dois mortos e cinco feridos, sete despistes com um morto e seis feridos e um capotamento, com apenas um ferido.
"Realçamos que a sinistralidade continua a ser uma das maiores preocupações que a polícia ainda tem", disse Paulo de Almeida, destacando uma colisão ocorrida na manhã de hoje na província do Bengo, que causou 12 feridos em estado grave.

O balanço das últimas 24 horas, aponta ainda para a ocorrência de 83 crimes, destes 67 já esclarecidos, e a detenção de 69 elementos.
De acordo com aquele alto oficial da Polícia Nacional angolana, foram registados sete homicídios voluntários, dos quais seis ocorreram em ambiente familiar, e ainda dois homicídios involuntários.
Dos homicídios involuntários há a destacar a morte de uma criança de 13 anos, por outra da mesma idade, quando apontando uma arma de cadeira, disparou, matando o amigo que sucumbiu de imediato.
A nível da proteção civil e bombeiros, foram registadas 13 ocorrências, das quais resultaram três mortes, duas por afogamento e uma por descarga elétrica.
A Polícia Nacional gizou um plano de asseguramento da quadra festiva, que entrou quarta-feira em ação, até ao dia 06 de janeiro, envolvendo 69.330 homens - 56.180 da Polícia Nacional, 4.433 bombeiros, 4.500 do SME e 4.217 dos serviços penitenciários. ”” – FONTE : NOTÍCIAS AO  MINUTO

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Familiares de Cassule e Kamulingue querem ver seus corpos



“”(…)  Na terceira quadra festiva sem a presença de seus parentes, familiares de Isaias Cassule e Alves Kamulingue gostariam, como consolo, que o Governo apresentasse os restos mortais de seus entes queridos para um funeral condigno e que os mandantes deste crime fossem apresentados em tribunal.
Veloso Cassule, irmão do activista Isaias Cassule desaparecido desde 2012, pretende que o Governo diga o paradeiro dos restos mortais do seu parente.
"Se eles assumiram que mataram mesmo de verdade então que digam onde meteram o corpo, os familiares querem uma resposta sobre isto, para enterrarmos o nosso parente, isto é o que esperamos", Veloso Cassule.

Para além do apoio financeiro que precisam, os familiares de Isaias Cassule querem igualmente que os mandantes do crime sejam levados às barras do tribunal.
Do lado dos familiares de Alves Kamulingue, Horácio Essule, tio, diz estarem a passar mal, mas o seu desejo era mesmo ver os restos mortais de seu parente.
"Estamos mesmo mal, até este presente momento não recebemos nada referente a esta quadra festiva, mas o que queremos mesmo é ver pelo menos um sinal do corpo para enterrarmos, eles estão a falar de morte, mas nós angolanos só consideramos óbito quando se enterra o corpo enquanto isto não acontecer isto não é óbito", diz.
De recordar que o julgamento deste caso prossegue em Janeiro. “” – FONTE : VOA

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

A “LUPA” Nrº 20 – Algumas das preocupações dos Angolanos na época natalícia é a falta do vencimento e os acidentes rodoviários.




A época de Natal, para além do significado religioso, é também o encontro familiar, a troca de prendas, uma mesa recheada com alimentos que a maioria dos cidadãos não têm a oportunidade de consumir ao longo do ano.
As desculpas «esfarrapadas» das entidades empregadoras faltosas, privadas e públicas, para não pagarem o que devem aos trabalhadores, que vão desde salários em atraso e subsídios de vária ordem, não se compadecem com os Direitos dos trabalhadores violados e não fiscalizados pela Tutela, deixando os cidadãos «a beira de um ataque de nervos». A falta de fiscalização é frequentemente apontado pelos trabalhadores, para que as entidades empregadoras se sintam impunes, para continuarem com esta prática ilegal e lesiva dos interesses de quem presta o seu trabalho e não vê a sua compensação. Um bom exemplo, é o segundo dia de greve dos trabalhadores da EPAL, a Companhia das Águas de Luanda, que não veem as suas justas revindicações satisfeitas e foram obrigados a socorrerem-se de uma greve, que trará transtornos de abastecimento regular aos consumidores luandenses.

A maioria dos cidadãos desloca-se pela via terrestre neste Natal, com a «vida nas mãos» de alguns condutores que não cumprem com as regras de trânsito e os dados prestados pela Brigada Especial de Trânsito da Polícia Nacional, referentes ao primeiro semestre do corrente ano, indicam que na Via Expresso em Luanda, houve mais de 600 acidentes, 58 mortos e 200 feridos. Isto demonstra, que algo vai muito mal em relação a política deste Executivo, na prevenção da sinistralidade, nos meios existentes de socorro aos sinistrados, principalmente nas estradas remotas do nosso país, em que os feridos graves acabam por morrer no local do acidente sem a devida assistência médica, que é de responsabilidade de quem Governa, assegurar os meios necessários de socorro as vítimas de acidentes automóvel.

Estes são apenas dois aspetos para uma reflexão coletiva dos cidadãos, apelando-se maior responsabilidade para aqueles que prevaricam e continuam impunes, quer na falta de pagamento de salários, como também dos condutores inconscientes, que causam danos materiais e corporais, sem serem penalizados.

Ao Titular do Poder Executivo, deseja-se também um Feliz Natal e que se ocupe, mais na satisfação das necessidades básicas dos cidadãos, na salvaguarda dos seus Direitos Fundamentais e que no ano de 2015, exerça as suas funções no quadro constitucional de um Regime que se quer Democrático e de Direito em Angola.