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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Namibe Porto no sul de Angola recebe primeiro navio de cruzeiro com turistas



“”(…)  O navio chegou ao porto do Namibe proveniente da cidade de Walvis Bay, na vizinha Namíbia, e ainda hoje retoma viagem para fazer escala nas cidades angolanas de Lobito e depois de Luanda, antes de seguir para a Europa, segundo informação transmitida pelas autoridades provinciais.
Oriundos dos Estados Unidos, Austrália, Reino Unido, Alemanha, República Checa, Noruega, Turquia, Canadá, África do Sul, Costa Rica e Noruega, e com idades entre os 29 e os 85 anos, os turistas visitaram monumentos seculares construídos no Namibe, mas também o deserto que aquela província angolana partilha com a Namíbia.
Em novembro passado, em entrevista à Lusa, o diretor do instituto público do setor turístico, Eugénio Clemente, afirmou que a estruturação da oferta turística de Angola passa por uma aposta na atração de navios de cruzeiro para os portos do Lobito e do Namibe.
De acordo com o Instituto de Fomento Turístico (Infotur) de Angola, o registo de mobilidade nacional aponta para mais de 570 mil turistas que visitaram o país em 2013, número que, defendeu Eugénio Clemente, apresenta uma grande margem de crescimento.
"O movimento pode crescer se continuarmos a trabalhar na estruturação da oferta turística nacional, preparar o país como um destino. Por exemplo, em vez de Angola ser apenas um ponto de travessia para os cruzeiros turísticos, ser também paragem, de logística e atração dos turistas. Não só Luanda como o Lobito e o Namibe", apontou, na ocasião, o diretor do Infotur.

O primeiro navio de cruzeiro a escalar Angola atracou no porto da capital, Luanda, a 09 de fevereiro de 2013, oriundo da África do Sul, com cerca de 300 turistas a bordo. Nesse mesmo ano, seguiram-se mais quatro navios de cruzeiro.
O Infotur, tutelado pelo Ministério da Hotelaria e do Turismo de Angola, pretende articular com os operadores de navios de cruzeiro o desenvolvimento desta área de promoção turística, aproveitando, nomeadamente, os recursos naturais das províncias mais a sul - casos de Benguela (Lobito) e do Namibe -, mas também a maior capacidade de mobilidade e de segurança nestas duas regiões, para potenciar a primeira visita a Angola e o regresso destes turistas no futuro. “” – FONTE :  NOTÍCIAS  AO MINUTO

Valores Banco Nacional de Angola estabiliza venda semanal de divisas aos bancos



“”(…)  Segundo o relatório semanal sobre a evolução dos mercados monetário e cambial do BNA, ao qual a Lusa teve hoje acesso, as vendas (em leilões) entre 30 de março e 02 de abril foram concretizadas a uma taxa média de referência do mercado cambial interbancário de 109,059 kwanzas (91 cêntimos de euro) por cada dólar, um novo máximo.
O dólar norte-americano disparou mais de 10 por cento, face ao kwanza angolano, nos últimos seis meses, acompanhando a escassez de divisas devido à quebra nas receitas petrolíferas e com reflexos no custo de vida.
Para contrariar estas dificuldades, em que o acesso dos clientes a divisas permanece fortemente condicionado nos bancos comerciais, o BNA vendeu cerca de 1.800 milhões de dólares (1.640 milhões de euros) durante o mês de março.
Na última semana, pela terceira vez consecutiva, essas vendas foram de 300 milhões de dólares. Há precisamente um mês, entre 02 e 06 de março, os habituais leilões do BNA permitiram aos bancos comerciais a compra de 399,4 milhões de dólares (363,3 milhões de euros) em divisas.
Entretanto, cada nota de dólar continua a ser transacionada nas ruas de Luanda a mais de 150 kwanzas - recurso devido às limitações no acesso nos bancos comerciais -, ainda assim abaixo dos máximos de 200 kwanzas (para comprar cada dólar) de janeiro e fevereiro.

Em 2014, até ao mês de outubro, a venda de cada dólar cifrou-se sempre em menos de 100 kwanzas.
A situação reflete-se, no dia-a-dia, no aumento dos preços (reconhecido pelas autoridades angolanas), com o argumento da grande dependência angolana das importações. Transações que são feitas em dólares e que, por isso, estarão agora mais caras, face ao kwanza, afetando nomeadamente produtos alimentares.
Alguns economistas têm defendido a necessidade de o executivo angolano avançar para uma desvalorização da moeda nacional, para atenuar a subida da moeda estrangeira, medida que já foi reclamada pelos próprios empresários.
O petróleo representou cerca de 70% das receitas fiscais angolanas em 2014, mas a quebra da cotação internacional do barril de crude deverá fazer descer esse peso, segundo o Governo, para 36,5% em 2015 e já obrigou à revisão do Orçamento Geral do Estado para este ano. “” – FONTE :  NOTÍCIAS AO  MINUTO

domingo, 5 de abril de 2015

Construção Dois mil portugueses em Angola têm salários em atraso



“”(…)  O Governo português criou esta semana uma linha de apoio às empresas com ligação ao mercado angolano no valor de 500 milhões de euros, mas a medida pode não ter chegado a tempo de evitar os impactos da crise angolana.
Há mais de dois mil trabalhadores com salários em atraso de dois e três meses, “e a tendência é para piorar", alerta o presidente do Sindicato da Construção de Portugal (SCP), em declarações ao Jornal de Notícias.
“Sem falar das péssimas condições em que estão lá a trabalhar, acomodados em contentores, aos 10 e 12”, referiu ainda Albano Ribeiro, que espera um regresso dos trabalhadores ao país por falência das empresas.
Ao mesmo jornal, a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), explica que as obras não pararam em Angola mas seguem a um ritmo “muito mais lento” devido à falta de capital. “” – FONTE :  NOTÍCIAS AO  MINUTO

JÁ PODE OUVIR a Rádio Angola: 16ª Edição do Resumo Semanal das Noticias sobre Angola




Rádio Angola (RA): Eis os temas abordados na 16ª Edição da revista Semanal, transmitido no dia 4 de Abril de 2015 e apresentado por Serafim de Oliveira com comentários e análises de Carlos Lopes.

1.      - Governador reconhece dívida as empresas de recolha do Lixo e este acumula-se em Luanda.

2.      - A austeridade do Executivo atinge os mais desfavorecidos que são a maioria dos angolanos.

3.      - O que faz o Executivo Angolano com os empréstimos externos para melhorar a vida do povo.

4.      - As detenções por razões políticas em Angola é uma realidade crescente no país.

5.      O balanço de 13 anos de PAZ em Angola.

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para info@friendsofangola.org. A Rádio Angola – uma rádio sem fronteiras – é um dos projectos da Friends of Angola, onde as suas opiniões e sugestões são validas e respeitadas!

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Moradores transferidos da Chicala dizem que foram enganados



“”(…)  Os antigos moradores da Chicala II transferidos para o Zango II, em Luanda, disseram à Voz da América que as habitações que lhes foram concedidas não têm muitos casos condições habirtabildiade.
Alguns disseram ter sido “engandos” pelas autoridades.
Cerca de 150 familias foram deslojadas nos últimos dois dias  da zona da Chicala II, onde aparentemente irá ser construído um empreendimento privado.
Aquelas famílias manifestam-se indignadas com as condições que encontraram no Zango II e dizem terem sido enganados.
"As casas aqui são péssimas, nem estão cobertas, nós fomos enganados”, disse um dos residentes, acrescentando que foram-lhes prometidas boas casas no Zango, mas "chegamos aqui e a mobília não cabe na casa”.
Para outro morador, "os quartos são pequenos, as casas inacabadas, as nossas mobílias nem cabem nas casas”, além de não haver esgotos.

A distancia da cidade e a falta de água e de outros serviços básicos aumentam o desespero dos novos moradores do Zango II.
"Nós não temos transporte, não temos água corrente, não há hospitais, não temos escolas, as crianças praticamente já perderam o ano lectivo, as janelas não estão bem feitas e o morador tem de chamar alguém para colocar as janelas e pagar por isso", explicou o mesmo morador à VOA.
Apesar dos esforços, ninguém da Comissão Administrativa da Cidade de Luanda se disponibilizou para falar sobre o assunto. “” – FONTE : VOA