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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Portugal vai ficar no epicentro da diplomacia angolana


A eleição do Eng. António Guterres como Secretário-Geral da ONU, com um mandato que terá início em Janeiro de 2017 e terminará em Dezembro de 2021, têm a coincidência temporal com as previstas eleições gerais de 2017 e 2022 em Angola.

O Secretário-Geral da ONU, de acordo com a Carta das Nações Unidas, é o chefe administrativo oficial da organização, mas também pode chamar a atenção do Conselho de Segurança sobre qualquer assunto que, em sua opinião, possa ameaçar a manutenção da paz e da segurança internacionais, tendo o duplo papel de um administrador da organização das Nações Unidas e de um diplomata e mediador para resolver disputas entre os Estados-Membros e chegar a um consenso sobre questões globais.

Na 29.ª reunião plenária da Assembleia Geral das Nações Unidas, Portugal foi eleito para o Conselho de Direitos Humanos (CDH) com o lema "Construir pontes e promover o diálogo para atingir a universalidade dos direitos humanos”, com um mandato que se iniciou em Janeiro de 2015 e termina em Dezembro de 2017.
No Parlamento Europeu os Eurodeputados portugueses estão presentes como membros titulares nas seguintes comissões: Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos: Ana Gomes (S&D) Total: 60 eurodeputados; Subcomissão da Segurança e da Defesa: Ana Gomes (S&D) Total: 30 eurodeputados; Comissão dos Assuntos Externos: Francisco Assis (S&D) Total: 71 eurodeputados; Subcomissão dos Direitos do Homem: Francisco Assis (S&D) Total: 30 eurodeputados; Comissão do Desenvolvimento: Pedro Silva Pereira (S&D) Total: 28 eurodeputados; Comissão dos Orçamentos: José Manuel Fernandes (PPE) e Pedro Silva Pereira (S&D) Total: 41 eurodeputados; Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários: Elisa Ferreira (S&D), Marisa Matias e Miguel Viegas (CEUE/EVN) Total: 61 eurodeputados; Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais: Sofia Ribeiro (PPE), Maria João Rodrigues (S&D) e Inês Zuber (CEUE/EVN) Total: 55 eurodeputados; Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar: José Inácio Faria (ALDE) Total: 69 eurodeputados; Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia: Carlos Zorrinho (S&D) Total: 67 eurodeputados; Comissão do Mercado Interno e da Proteção dos Consumidores: Carlos Coelho (PPE) Total: 40 eurodeputados; Comissão dos Transportes e do Turismo: Cláudia Monteiro de Aguiar (PPE) Total: 49 eurodeputados; Comissão do Desenvolvimento Regional: Fernando Ruas (PPE) e Liliana Rodrigues (S&D) Total: 43 eurodeputados; Comissão da Agricultura e do Desenvolvimento Rural: Nuno Melo (PPE) Total: 45 eurodeputados; Comissão das Pescas: Ricardo Serrão Santos (S&D), António Marinho e Pinto (ALDE) e João Ferreira (CEUE/EVN) Total: 25 eurodeputados; Comissão dos Assuntos Jurídicos: António Marinho e Pinto (ALDE) Total: 25 eurodeputados; Comissão dos Assuntos Constitucionais: Paulo Rangel (PPE) e Pedro Silva Pereira (S&D) Total: 25 eurodeputados; Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros: Liliana Rodrigues (S&D) e Inês Zuber (CEUE/EVN) Total: 35 eurodeputados.

Os avultados investimentos de alguns angolanos em Portugal, e os negócios que os portugueses têm em Angola, mais ao nível da exportação do que o investimento direto no sector não petrolífero, merece uma atenção especial de ambos os países.

Neste contexto, quer o Executivo Angolano, quer os partidos angolanos e a sociedade civil, vão querer estar no epicentro de Portugal, aproveitando os conhecimentos e as influências que cidadãos portugueses têm, principalmente nos países ocidentais, europeus, EUA, Rússia, China, América Latina, CPLP cuja sede é em Lisboa e onde estão presentes embaixadas de vital importância ao nível mundial.

Olhando o custo e benefício de uma presença na capital portuguesa, para se fazer contactos frequentes ou deslocações pontuais até aos centros de decisão, é desde logo uma vantagem visível.

Não vai surpreender a ninguém, que esta eleição do Eng. António Guterres vai mexer com a diplomacia angolana, que doravante vai ter no palco português a possibilidade de colocar os assuntos mais importantes, que passam obviamente pela defesa do Direitos Humanos, pela Democracia e o Estado de Direito, por eleições em Angola justas, livres e transparentes, contra a corrupção, cujas denúncias farão eco imediato na comunidade internacional ao mais alto nível.

Portugal já não é só visto apenas como o país colonizador, mas também o país amigo de angola, que pode e deve ajudar os angolanos a ter uma vida digna.

sábado, 1 de outubro de 2016

RNA debate as repercuções do OGE 2016 revisto com intervenção de Carlos Lopes e convidados em 1-10-2016




A Rádio Nacional de Angola debateu as repercuções do OGE 2016 revisto com intervenção de Carlos Lopes ( ao minuto 46:57 ) e convidados, entre eles, o Secretário Nacional para Informação, Comunicação e Marketing da CASA-CE, Félix Miranda, em 1-10-2016.

RNA abordou o tema da revisão do OGE-2016 ,no programa “Tendências e Debates”, cuja aprovação na Assembleia Nacional pecou por ser tardia, porque a realidade do país não correspondia as previsões de receitas e despesas, em virtude da má governação do Executivo Nacional.

As dotações deste OGE retificativo diminuíram globalmente, pelo que, não se espera que os projetos que estão parados venham a ser desenvolvidos por este OGE.

Mais uma vez, vão ser as importações de última hora, que irão satisfazer parcialmente as necessidades dos angolanos, nomeadamente da cesta básica, porque a diversificação da economia fora do sector petrolífero não consegue, por incapacidade do Executivo Angolano em executar plenamente as suas políticas sectoriais.
Os cidadãos aguardam com expetativa o OGE para 2017, que irá contemplar dotações para infra estruturas e outras despesas, e ainda para a realização das eleições gerais.

A esperança dos angolanos reside na mudança de regime, através de eleições livres, justas e transparentes, de forma a resolver os problemas do povo, com um Governo que tenha como objetivo servir o povo soberano de angola.  

Ouça já a Rádio Angola Unida (RAU): a 5ª Edição do programa " 7 Dias de Informação em Angola " em 30-9-2016


Rádio Angola Unida (RAU) – 5º Edição do programa "7 dias de informação em Angola". Eis o programa "7 dias de informação em Angola", apresentado no dia 30-9-2016 por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:

- A instabilidade social e política da RDC e o papel de Angola no conflito.

- O flagelo dos salários em atraso em Angola.

- A proposta da OPEP em diminuir a produção petrolífera mundial e os interesses de Angola.

- O Executivo Angolano começa a protelar os seus programas de construção e reabilitação de infra-estruturas para 2022.

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para Prof.kiluangenyc@yahoo.com.

RAU - Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.

sábado, 24 de setembro de 2016

Ouça a Rádio Angola Unida (RAU): a 4ª Edição do programa " 7 Dias de Informação em Angola " em 24-9-2016


Rádio Angola Unida (RAU): Eis os temas abordados na 4ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola”, em 24/09/2016, apresentado por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:

- Zénu e a irmã Isabel em despique para serem os herdeiros escolhidos ao poder em Angola.

 - Ministro do Interior agastado com as redes sociais e com a polícia pouco operacional no caso dos gatunos na pastelaria da Vila Alice.

  - A população do Cunene não acredita nas promessas do novo e velho Governador nomeado recentemente.

  - Cimeira de negócios EUA – África com Angola pouco empenhada nestes negócios por incapacidade de captar investimentos.

 Perguntas e sugestões podem ser enviadas para Prof.kiluangenyc@yahoo.com. 

 RAU - Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

 Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.

RNA debate a situação da energia em Angola intervenções de Carlos Lopes e convidados em 24-9-2016




Rádio Nacional de Angola debateu a situação da energia em Angola, no programa “Tendências e Debates” com a intervenção de Carlos Lopes e convidados, no dia 24-9-2016.
A maior parte das questões colocadas por mim, não tiveram resposta.

Quando foi dito no programa, que há pouco deficit na distribuição de energia em Luanda, atendendo a disponibilização de 800 megawatts para um universo de 6.900.000 de habitantes ( um cliente consome cerca de 3kilowatts e uma indústria pode consumir 1.000 ) e que se pensa numa potência total de 5.000 megawatts no sistema nacional, para as zonas Norte, Centro e Sul, num país com 24 Milhões de habitantes, deixa muitas dúvidas de que o programa do Executivo Angolano, que vai até 2025, mas que asseguram no final do primeiro semestre de 2017, uma satisfação energética para os consumidores de Luanda. Estão a privilegiar o consumo doméstico em detrimento do industrial e comercial, o que contraria a aposta do Executivo Angolano na diversificação da economia, porque investir numa indústria ou unidades comerciais na base do gerador, inviabiliza financeiramente os investimentos criados.

A energia é um dos maiores negócios em Angola, que acaba nas mãos de poucos empresários, em que o concurso público é pouco utilizado e dessa forma a livre concorrência não proporciona a baixa do custo de energia ao consumidor. O que se verifica, é a empresária Isabel dos Santos a associar-se a empresas públicas do sector energético angolano e posicionar-se nesta área, com uma previsão de lucros fabulosos no futuro.

Uma coisa é certa, por muito que o Executivo Angolano fale nos ativos energéticos que vão satisfazer quase 100% das necessidades dos Luandenses, a dúvida vai-se manter, mesmo que haja propaganda pré-eleitoral nesse sentido.

Ver a luz nas casas dos Angolanos, para acreditar que ela existe.   

sábado, 17 de setembro de 2016

Já pode ouvir a Rádio Angola Unida (RAU): 3ª Edição do programa " 7 dias de informação em Angola " dia 16-9-2016


Rádio Angola Unida (RAU) – 3º Edição do programa "7 dias de informação em Angola", em 16/09/2016, apresentado por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:

- Zénu visita pequenas plantações no Huambo e Bié começando a sua caminhada para o poder.

- Higino Carneiro desautorizado está mais perto de sair do GPL.

- Assembleia Nacional adia aprovação do OGE rectificado de 2016.

- Os "bons empresários" baixam produtos da cesta básica.

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para Prof.kiluangenyc@yahoo.com.

RAU - Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.

sábado, 3 de setembro de 2016

Ouça já a Rádio Angola Unida (RAU): A 2ª Edição do programa "7 dias de informação em Angola " em 2-9-2016


Rádio Angola Unida (RAU): Eis os temas abordados na 2ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola”, em 02/09/2016, apresentado por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:

- No aniversário do Presidente da República, este pede estabilidade e mudança de comportamentos dos governantes.

- As demolições das casas de populares no Zango continua e o Exército no local, não assume a responsabilidade da morte do Rufino.

- A maioria dos angolanos empobrece cada vez mais enquanto o Titular do Poder Executivo ensaia nova remodelação dos seus auxiliares.

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para Prof.kiluangenyc@yahoo.com.

RAU - Rádio Angola Unida é uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.