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sábado, 17 de setembro de 2016

Já pode ouvir a Rádio Angola Unida (RAU): 3ª Edição do programa " 7 dias de informação em Angola " dia 16-9-2016


Rádio Angola Unida (RAU) – 3º Edição do programa "7 dias de informação em Angola", em 16/09/2016, apresentado por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:

- Zénu visita pequenas plantações no Huambo e Bié começando a sua caminhada para o poder.

- Higino Carneiro desautorizado está mais perto de sair do GPL.

- Assembleia Nacional adia aprovação do OGE rectificado de 2016.

- Os "bons empresários" baixam produtos da cesta básica.

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para Prof.kiluangenyc@yahoo.com.

RAU - Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.

sábado, 3 de setembro de 2016

Ouça já a Rádio Angola Unida (RAU): A 2ª Edição do programa "7 dias de informação em Angola " em 2-9-2016


Rádio Angola Unida (RAU): Eis os temas abordados na 2ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola”, em 02/09/2016, apresentado por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:

- No aniversário do Presidente da República, este pede estabilidade e mudança de comportamentos dos governantes.

- As demolições das casas de populares no Zango continua e o Exército no local, não assume a responsabilidade da morte do Rufino.

- A maioria dos angolanos empobrece cada vez mais enquanto o Titular do Poder Executivo ensaia nova remodelação dos seus auxiliares.

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para Prof.kiluangenyc@yahoo.com.

RAU - Rádio Angola Unida é uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.



sábado, 27 de agosto de 2016

Ouça já a RÁDIO ANGOLA UNIDA (RAU) : A 1ª Edição do programa " 7 dias de informação em Angola " em 26-8-2016


Rádio Angola Unida (RAU): Eis os temas abordados na 1ª Edição do programa "7 dias de informação em Angola", em 26/08/2016, apresentado por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:

- A eleição do Vice-Presidente e do Secretário- Geral do MPLA, coloca estes dois dirigentes fora da «corrida» de nº2, na lista das eleições em 2017.

- O OGE revisto de 2016 faz cortes radicais, na saúde e educação em Angola, contrário a estratégia do Presidente do MPLA no VII Congresso.

-A fome que ameaça novamente o Kunene, mostra que o Executivo Angolano não resolve os problemas dos angolanos.

-Os profissionais de comunicação contra nova Lei de Imprensa.

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para Prof.kiluangenyc@yahoo.com.

Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são produzidos e apresentados em Washington D.C.



quarta-feira, 24 de agosto de 2016




Em véspera do início do Registo Eleitoral Oficioso a ser efetuado pelo Executivo Angolano através do MAT, pretende-se a transparência e a lisura nos procedimentos determinados na Lei.

Infelizmente a Diáspora Angolana ficou excluída de mais um Registo Eleitoral, por vontade do Titular do Poder Executivo Angolano.

Os partidos da oposição devem-se empenhar na fiscalização do Registo Eleitoral Oficioso e não terem nenhuma obstrução por parte do MAT, sabendo-se que o processo está inquinado pela inconstitucionalidade do mesmo, com o afastamento da Comissão Nacional Eleitoral no âmbito dos seus poderes.

São cerca de nove milhões de eleitores que vão fazer prova de vida e confirmação de residência e milhares de novos eleitores, que esperam em todo o país poderem usufruir do processo, contando que a logística técnica e financeira que foi montada pelo MAT seja eficiente perante as condicionantes que vão encontrar.

É necessário que o cidadão eleitor cumpra o seu dever no Registo Eleitoral Oficioso, para que nas eleições gerais de 2017 possam exercer o direito de voto, apostando na mudança, de forma que as famílias angolanas vivam com dignidade no seu país.

domingo, 21 de agosto de 2016

Rádio Ecclesia debate sobre o Registo Eleitoral Oficioso com intervenções de Carlos Lopes e convidados em 20-08-2016




No dia 25 de Agosto, está previsto o início do Registo Eleitoral Oficioso e mais uma vez, o Titular do Poder Executivo e Presidente do MPLA, não permite que os angolanos residentes na diáspora exerçam o direito de voto nas eleições de 2017. Os Consulados de Angola espalhados pelo mundo, têm capacidade técnica e material para procederem ao Registo Eleitoral, mas não o fazem, porque o MPLA tem receio de que os Angolanos na diáspora votem massivamente nos partidos da oposição e apostem na mudança em 2017. Apesar da Constituição Angolana consagrar o direito de voto da diáspora angolana, o Executivo Angolano desrespeita a Constituição e não quer que esta diáspora exerça esse direito, cumprindo-se os princípios fundamentais da igualdade e universalidade.

O Titular do Poder Executivo Angolano e Presidente do MPLA não governa para todos, conforme foi referido no VII Congresso do MPLA.

A desconfiança está instalada em relação a este processo do Registo Eleitoral Oficioso, porque no fim do mesmo, a base de dados não pode ser auditada por uma entidade externa e idónea como aconteceu anteriormente.

O facto do MPLA governar o país e através do MAT, ser jogador e árbitro ao mesmo tempo, não transmite a confiança desejável deste Registo Eleitoral Oficioso.

A Constituição de Angola confere a Comissão Nacional Eleitoral (CNE), os poderes para controlar o Registo Eleitoral, o processo eleitoral, o acto eleitoral e a sua fiscalização.

A possibilidade da centralização dos votos, numa sala com computadores que recebe e trata os mesmos, controlada pela Casa Militar do Presidente e por elementos indigitados pelo Executivo, sem a presença de membros dos partidos da oposição e do CNE, leva a suspeita que as eleições em 2017, não venham a ser transparentes, justas e livres.

Mesmo assim, devem os cidadãos registarem-se, para que em 2017 votem em consciência na mudança e que vivam num país democrático, num Estado de Direito com a dignidade que merecem.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Ouça pela primeira vez a Rádio Angola Unida (RAU): a 1ª Edição do programa " Atualidade Informativa de Angola"



- O arranque do VII Congresso do MPLA e o discurso de meia culpa de José Eduardo dos Santos para o interior do partido.

- A apresentação da Estratégia e dos 10 Desígnios do Presidente do MPLA com base na Agenda de Consenso, não enquadrada na realidade e nas condições de vida dos angolanos.

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para Prof.kiluangenyc@yahoo.com.

Rádio Angola Unida (RAU): Eis os temas abordados na 1ª Edição do programa “Atualidade Informativa de Angola”, em 18/08/2016, apresentado por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:

- O arranque do VII Congresso do MPLA e o discurso de meia culpa de José Eduardo dos Santos para o interior do partido.

- A apresentação da Estratégia e dos 10 Desígnios do Presidente do MPLA com base na Agenda de Consenso, não enquadrada na realidade e nas condições de vida dos angolanos.

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para Prof.kiluangenyc@yahoo.com.

Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são produzidos e apresentados em Washington D.C.

sábado, 13 de agosto de 2016

RNA debate sobre a Lei de Base da Educação e Ensino com intervenções de Carlos Lopes e convidados em 13-8-2016




A Rádio Nacional de Angola debateu a pertinência da Lei de Base da Educação e Ensino, no programa Tendências e Debates no dia 8 de Agosto de 2016, com as intervenções de Carlos Lopes e convidados ao programa. 

Um país para se desenvolver tem que apostar na Educação e em Angola, o Executivo fez uma Lei de Base de Educação e Ensino, mas no OGE, ano após ano, verifica-se que as verbas dedicadas a Educação, principalmente o ensino primário e primeiro ciclo do ensino secundário, não são suficientes para abranger as milhares de crianças que ainda estão fora do sistema de ensino e apostar na qualidade do mesmo, que passa também pela formação contínua dos professores.

 Aumentou-se a gratuidade do ensino até a nona classe, a integração do pré-primário como subsistema de ensino, o técnico-profissional, o geral e o acesso ao ensino superior, observando que mantém-se a falta de condições materiais, como falhas de água e energia, material didático e bibliotecas, a problemática das inscrições e a «gasosa» para entrarem na escola e alguns casos na atribuição de notas, a supervisão pedagógica e a eficácia da inspeção escolar, a merenda escolar que não chega a todos, os alunos que chegam ao ensino superior com deficiências de leitura e escrita, que não é só por causa dos diplomas falsos que justifica essa situação. 

O absentismo é um grave problema no ensino e preocupação dos pais e encarregados de educação, que merece uma maior fiscalização e responsabilização dos professores.

O ensino particular vai ter as propinas vigiadas e continuam a ser tutelados, sem terem a autonomia pedagógica que pretendiam. A designação “Liceus” da época colonial também vai voltar aos estabelecimentos do ensino secundário.

Em termos gerais, a Educação e o Ensino em Angola está mal e a responsabilidade é do Executivo Angolano, que se virou para a quantidade e agora está confrontado com a má qualidade, num país que tem falta de professores e principalmente qualificados.