Em véspera do início do Registo Eleitoral Oficioso a ser efetuado
pelo Executivo Angolano através do MAT, pretende-se a transparência e a lisura
nos procedimentos determinados na Lei.
Infelizmente a Diáspora Angolana ficou excluída de mais um
Registo Eleitoral, por vontade do Titular do Poder Executivo Angolano.
Os partidos da oposição devem-se empenhar na fiscalização do
Registo Eleitoral Oficioso e não terem nenhuma obstrução por parte do MAT,
sabendo-se que o processo está inquinado pela inconstitucionalidade do mesmo,
com o afastamento da Comissão Nacional Eleitoral no âmbito dos seus poderes.
São cerca de nove milhões de eleitores que vão fazer prova
de vida e confirmação de residência e milhares de novos eleitores, que esperam
em todo o país poderem usufruir do processo, contando que a logística técnica e
financeira que foi montada pelo MAT seja eficiente perante as condicionantes
que vão encontrar.
É necessário que o cidadão eleitor cumpra o seu dever no
Registo Eleitoral Oficioso, para que nas eleições gerais de 2017 possam exercer
o direito de voto, apostando na mudança, de forma que as famílias angolanas
vivam com dignidade no seu país.
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