Rádio Angola Unida (RAU) – 3º Edição do
programa "7 dias de informação em Angola", em 16/09/2016, apresentado
por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:
- Zénu visita pequenas plantações no Huambo e
Bié começando a sua caminhada para o poder.
- Higino Carneiro desautorizado está mais
perto de sair do GPL.
- Assembleia Nacional adia aprovação do OGE
rectificado de 2016.
- Os "bons empresários" baixam
produtos da cesta básica.
Perguntas e sugestões podem ser enviadas para
Prof.kiluangenyc@yahoo.com.
RAU - Rádio Angola Unida -Uma rádio ao
serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate
a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no
Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.
Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são
apresentados e produzidos em Washington D.C.
Rádio Angola Unida (RAU): Eis os temas
abordados na 2ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola”, em 02/09/2016,
apresentado por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:
- No aniversário do Presidente da República,
este pede estabilidade e mudança de comportamentos dos governantes.
- As demolições das casas de populares no
Zango continua e o Exército no local, não assume a responsabilidade da morte do
Rufino.
- A maioria dos angolanos empobrece cada vez
mais enquanto o Titular do Poder Executivo ensaia nova remodelação dos seus
auxiliares.
Perguntas e sugestões podem ser enviadas para
Prof.kiluangenyc@yahoo.com.
RAU - Rádio Angola Unida é uma rádio ao
serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate
a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no
Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.
Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são
apresentados e produzidos em Washington D.C.
Rádio Angola Unida (RAU): Eis os temas
abordados na 1ª Edição do programa "7 dias de informação em Angola",
em 26/08/2016, apresentado por Serafim de Oliveira e análises e comentários de
Carlos Lopes:
- A eleição do Vice-Presidente e do
Secretário- Geral do MPLA, coloca estes dois dirigentes fora da «corrida» de
nº2, na lista das eleições em 2017.
- O OGE revisto de 2016 faz cortes radicais,
na saúde e educação em Angola, contrário a estratégia do Presidente do MPLA no
VII Congresso.
-A fome que ameaça novamente o Kunene, mostra
que o Executivo Angolano não resolve os problemas dos angolanos.
-Os profissionais de comunicação contra nova
Lei de Imprensa.
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Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são
produzidos e apresentados em Washington D.C.
Em véspera do início do Registo Eleitoral Oficioso a ser efetuado
pelo Executivo Angolano através do MAT, pretende-se a transparência e a lisura
nos procedimentos determinados na Lei.
Infelizmente a Diáspora Angolana ficou excluída de mais um
Registo Eleitoral, por vontade do Titular do Poder Executivo Angolano.
Os partidos da oposição devem-se empenhar na fiscalização do
Registo Eleitoral Oficioso e não terem nenhuma obstrução por parte do MAT,
sabendo-se que o processo está inquinado pela inconstitucionalidade do mesmo,
com o afastamento da Comissão Nacional Eleitoral no âmbito dos seus poderes.
São cerca de nove milhões de eleitores que vão fazer prova
de vida e confirmação de residência e milhares de novos eleitores, que esperam
em todo o país poderem usufruir do processo, contando que a logística técnica e
financeira que foi montada pelo MAT seja eficiente perante as condicionantes
que vão encontrar.
É necessário que o cidadão eleitor cumpra o seu dever no
Registo Eleitoral Oficioso, para que nas eleições gerais de 2017 possam exercer
o direito de voto, apostando na mudança, de forma que as famílias angolanas
vivam com dignidade no seu país.
No dia 25 de Agosto, está previsto o início do Registo
Eleitoral Oficioso e mais uma vez, o Titular do Poder Executivo e Presidente do
MPLA, não permite que os angolanos residentes na diáspora exerçam o direito de
voto nas eleições de 2017. Os Consulados de Angola espalhados pelo mundo, têm
capacidade técnica e material para procederem ao Registo Eleitoral, mas não o
fazem, porque o MPLA tem receio de que os Angolanos na diáspora votem
massivamente nos partidos da oposição e apostem na mudança em 2017. Apesar da
Constituição Angolana consagrar o direito de voto da diáspora angolana, o
Executivo Angolano desrespeita a Constituição e não quer que esta diáspora
exerça esse direito, cumprindo-se os princípios fundamentais da igualdade e
universalidade.
O Titular do Poder Executivo Angolano e Presidente do MPLA não
governa para todos, conforme foi referido no VII Congresso do MPLA.
A desconfiança está instalada em relação a este processo do
Registo Eleitoral Oficioso, porque no fim do mesmo, a base de dados não pode
ser auditada por uma entidade externa e idónea como aconteceu anteriormente.
O facto do MPLA governar o país e através do MAT, ser
jogador e árbitro ao mesmo tempo, não transmite a confiança desejável deste
Registo Eleitoral Oficioso.
A Constituição de Angola confere a Comissão Nacional
Eleitoral (CNE), os poderes para controlar o Registo Eleitoral, o processo
eleitoral, o acto eleitoral e a sua fiscalização.
A possibilidade da centralização dos votos, numa sala com
computadores que recebe e trata os mesmos, controlada pela Casa Militar do
Presidente e por elementos indigitados pelo Executivo, sem a presença de
membros dos partidos da oposição e do CNE, leva a suspeita que as eleições em
2017, não venham a ser transparentes, justas e livres.
Mesmo assim, devem os cidadãos registarem-se, para que em
2017 votem em consciência na mudança e que vivam num país democrático, num
Estado de Direito com a dignidade que merecem.
- O arranque do VII Congresso do MPLA e o
discurso de meia culpa de José Eduardo dos Santos para o interior do partido.
- A apresentação da Estratégia e dos 10
Desígnios do Presidente do MPLA com base na Agenda de Consenso, não enquadrada
na realidade e nas condições de vida dos angolanos.
Perguntas e sugestões podem ser enviadas para
Prof.kiluangenyc@yahoo.com.
Rádio Angola Unida (RAU): Eis os temas abordados na 1ª
Edição do programa “Atualidade Informativa de Angola”, em 18/08/2016,
apresentado por Serafim de Oliveira e análises e comentários de Carlos Lopes:
- O arranque do VII Congresso do MPLA e o discurso de meia
culpa de José Eduardo dos Santos para o interior do partido.
- A apresentação da Estratégia e dos 10 Desígnios do
Presidente do MPLA com base na Agenda de Consenso, não enquadrada na realidade
e nas condições de vida dos angolanos.
A Rádio Nacional de Angola debateu a pertinência da Lei de Base
da Educação e Ensino, no programa Tendências e Debates no dia 8 de Agosto de
2016, com as intervenções de Carlos Lopes e convidados ao programa.
Um país para se desenvolver tem que apostar na Educação e em
Angola, o Executivo fez uma Lei de Base de Educação e Ensino, mas no OGE, ano
após ano, verifica-se que as verbas dedicadas a Educação, principalmente o
ensino primário e primeiro ciclo do ensino secundário, não são suficientes para
abranger as milhares de crianças que ainda estão fora do sistema de ensino e
apostar na qualidade do mesmo, que passa também pela formação contínua dos
professores.
Aumentou-se a
gratuidade do ensino até a nona classe, a integração do pré-primário como subsistema
de ensino, o técnico-profissional, o geral e o acesso ao ensino superior,
observando que mantém-se a falta de condições materiais, como falhas de água e
energia, material didático e bibliotecas, a problemática das inscrições e a
«gasosa» para entrarem na escola e alguns casos na atribuição de notas, a
supervisão pedagógica e a eficácia da inspeção escolar, a merenda escolar que
não chega a todos, os alunos que chegam ao ensino superior com deficiências de
leitura e escrita, que não é só por causa dos diplomas falsos que justifica
essa situação.
O absentismo é um grave problema no ensino e preocupação dos
pais e encarregados de educação, que merece uma maior fiscalização e
responsabilização dos professores.
O ensino particular vai ter as propinas vigiadas e continuam
a ser tutelados, sem terem a autonomia pedagógica que pretendiam. A designação “Liceus”
da época colonial também vai voltar aos estabelecimentos do ensino secundário.
Em termos gerais, a Educação e o Ensino em Angola está mal e
a responsabilidade é do Executivo Angolano, que se virou para a quantidade e
agora está confrontado com a má qualidade, num país que tem falta de
professores e principalmente qualificados.